POLÍCIA

Polícia Civil cumpre 13 mandados contra facção envolvida nos desaparecimentos de 5 maranhenses em Várzea Grande

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A Polícia Civil, por meio de Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá, deflagrou, nesta quarta-feira (9.7), a operação Desterro, para cumprimento de 13 mandados contra integrante de uma facção envolvida no desaparecimento de cinco maranhenses em Várzea Grande.

Os indivíduos alvos das ordens de busca e apreensão são investigados pelos crimes de torturas, homicídios qualificados, ocultações de cadáveres e organização criminosa. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Várzea Grande.

Nas buscas realizadas nos endereços em Várzea Grande, dois homens foram presos em flagrante e uma arma de fogo foi apreendida. Um dos suspeitos fazia uso de tornozeleira eletrônica de terceiro, que é a utilização do dispositivo por alguém que não é o monitorado.

Conforme o delegado da DHPP de Cuiabá, Rogério Gomes, todos os investigados possuem vínculos criminosos, por envolvimentos em vários crimes como homicídio, tráfico de drogas, e com indicativo de integrarem uma facção criminosa.

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O crime

As cinco vítimas do Maranhão chegaram no dia 9 de janeiro, em Várzea Grande. No dia seguinte foram, em tese, identificadas como pertencentes a facção rival, razão pela qual foram retiradas pelos criminosos do alojamento no bairro Jardim Primavera e levadas para outro local.

As diligências indicaram que os cinco maranhenses foram submetidos ao ritual do “tribunal do crime”. Em seguida, eles foram executados e tiveram seus corpos ocultados. Os cadáveres de duas vítimas foram encontradas no bairro Perinel, os outros três corpos aguardam ainda não foram localizados.

Investigação

A operação Desterro desencadeada para cumprimento dos mandados de busca, teve como objetivo a apreensão de aparelhos celulares e eventuais provas ou outros dados que colaboraram com a investigação que segue em andamento.

Operação Desterro

O trabalho operacional contou com a participação das equipes da DHPP de Cuiabá, com apoio das delegacias da Diretoria Metropolitana e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE).

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Polícia Civil prende mulher investigada por vender sua conta para receber dinheiro de golpes

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A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (7.10), em Várzea Grande, uma mulher de 23 anos, suspeita de ter cedido sua conta bancária para receber valores obtidos mediante fraude aplicada contra um idoso no município de Macapá (AP).

As investigações tiveram início após a vítima, um homem de 61 anos, procurar a Polícia Civil do Amapá para registrar um boletim de ocorrência e informar que foi induzida a efetuar um Pix de R$ 14 mil para fechar a compra de um veículo anunciado em uma rede social, negócio que se revelou fraudulento.

Como o valor foi transferido para a conta bancária em nome de uma mulher moradora de Várzea Grande, a Polícia Civil do Amapá entrou em contato com a Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil de Mato Grosso, que encaminhou o caso para a Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande.

A partir de investigações e diligências contínuas e ininterruptas, as equipes conseguiram localizar a suspeita e efetuar a prisão em flagrante nesta quarta-feira, no bairro Jardim dos Estados.

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Em depoimento, ela confessou ter vendido os dados da própria conta bancária por R$ 400 a um indivíduo que anunciava, em seu perfil no Instagram, a compra de contas bancárias de terceiros.

A conduta está tipificada no artigo 171, § 2º-A, inciso VII, do Código Penal, incluído pela Lei nº 15.397/2026, que pune quem cede, gratuita ou onerosamente, conta bancária para que nela transitem recursos destinados ao financiamento de atividade criminosa ou dela provenientes.

A suspeita não teve fiança arbitrada e aguarda a realização da audiência de custódia.

O delegado Ruy Peral, responsável pela investigação do caso, reforçou que a venda ou cessão de contas bancárias a terceiros para receber valores ilícitos é crime. “Você pode se tornar investigado por fraudes das quais sequer participou diretamente, mesmo sem intenção de lesar a vítima final”, afirmou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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