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MPMT apresenta política institucional em encontro nacional do CNMP

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participou do 1º Encontro Nacional do Fórum Nacional de Atenção à Saúde Mental no Ministério Público (Fonasm-MP), realizado na terça-feira (9), na sede do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), em Brasília. A instituição apresentou a Política Institucional de Prevenção e Enfrentamento à Violência Laboral, ao Assédio Moral e Sexual no Trabalho e Todas as Formas de Discriminação, formalizada pelo Ato Administrativo nº 1.057/2021.O evento teve como objetivo aprofundar o debate sobre a implementação da Política Nacional de Atenção à Saúde Mental dos integrantes do Ministério Público, instituída pela Resolução nº 265/2023, com foco em estratégias e práticas voltadas à promoção da saúde mental no ambiente institucional.Representando o MPMT, a promotora de Justiça Gileade Pereira Souza Maia, coordenadora do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho – Vida Plena, apresentou a experiência da instituição na construção e execução da política de enfrentamento às violências laborais. Durante a exposição, ela destacou a importância da normatização interna que contempla situações de violência no trabalho, assédio moral e sexual, além de discriminação.“A política tem como objetivo coibir práticas abusivas e agressivas, priorizando o acolhimento, a proteção e a preservação da saúde dos integrantes da instituição. Primeiramente, a vítima é acolhida pela equipe, que avalia suas necessidades de saúde de forma ampla e realiza os encaminhamentos necessários para garantir o suporte adequado”, explicou a promotora.Ela também ressaltou que, caso a vítima opte por formalizar a denúncia, são oferecidas orientações sobre a constituição de elementos comprobatórios, com apoio técnico especializado para esse momento de vulnerabilidade.Por fim, Gileade reforçou o impacto positivo da cultura de não violência no ambiente institucional: “A força da não violência é propulsora, pois nos traz pertencimento, mais coragem, criatividade, produtividade e mais amor”, destacou.O encontro foi promovido pela Comissão da Saúde e integrou a programação do Circuito CNMP, iniciativa voltada ao fortalecimento de boas práticas no Ministério Público brasileiro.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Tribunal do Júri julga filho de ex-deputado nesta terça-feira

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O Tribunal do Júri de Cuiabá julga, nesta terça-feira (21), às 9h, Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, crimes ocorridos em janeiro de 2023, na capital. A acusação em plenário será conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).A realização da sessão foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), que negou pedido da defesa para suspender o julgamento. Em decisão proferida nesta segunda-feira (20), a Segunda Câmara Criminal rejeitou o habeas corpus que pleiteava novo adiamento da sessão, mantendo o júri na data previamente redesignada.Conforme a denúncia do MPMT, Carlos Alberto Gomes Bezerra responderá pelos crimes de feminicídio qualificado contra sua ex-companheira, Thays Machado, e homicídio qualificado contra Willian Cesar Moreno. O Ministério Público sustenta que os crimes foram praticados por motivo torpe, com emprego de perigo comum e mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas. Em relação a Thays Machado, a denúncia também aponta a qualificadora do feminicídio.Segundo as investigações, o acusado não teria aceitado o término do relacionamento com Thays Machado. No dia 18 de janeiro de 2023, após monitorar os deslocamentos da ex-companheira, ele teria efetuado diversos disparos de arma de fogo contra o casal em via pública, em uma área de intensa circulação de pessoas, no bairro Consil, em Cuiabá.Ainda conforme a denúncia, o crime ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero. As investigações apontaram que o relacionamento era marcado por comportamento controlador e possessivo do acusado. Após o término, ele teria intensificado a vigilância sobre a vítima, utilizando mecanismos de rastreamento dela.O julgamento será realizado em sessão pública, conforme decisão da 1ª Vara Criminal de Cuiabá que determinou o levantamento integral do sigilo processual da ação penal.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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