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Mutirão atenderá indígenas caiapós da Aldeia Metuktire, em Peixoto de Azevedo

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Localizada às margens do rio Xingu, a Escola Estadual Indígena Metuktire, em Peixoto de Azevedo (674 km de Cuiabá), receberá um mutirão de cidadania, nos dias 1º e 02 de outubro. Entre os serviços oferecidos, estarão os da Justiça Eleitoral, como alistamento (confecção do 1º título), cadastro da biometria, transferência de domicílio, regularização de título, entre outros. 

 

No primeiro dia (1º/10), os atendimentos ocorrerão no período vespertino, entre 13h e o início da noite. Já no dia 02 de outubro, serão das 7h30 às 17h. A previsão de atendimento é de aproximadamente 150 pessoas pela 33ª Zona Eleitoral. 

 

A Escola Estadual Indígena Metuktire é um local de votação em funcionamento. Atualmente, há 185 pessoas aptas ao voto cadastradas neste local e 23 estão com os títulos cancelados. Para chegar ao local, partindo de Peixoto de Azevedo, são pelo menos cinco horas de deslocamento por estrada, sendo 90 km de asfalto e 150 km de terra, e mais três horas de barco. 

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De acordo com o chefe de cartório da 33ª Zona Eleitoral, Euclécio Barbosa, ações itinerantes como esta buscam respeitar as especificidades culturais das comunidades indígenas, garantindo cidadania e ampliando o acesso ao cadastro eleitoral. “É uma oportunidade para a comunidade indígena acessar os serviços eleitorais sem ter que se deslocar até um posto de atendimento ou Cartório Eleitoral”, ressalta. 

 

A inciativa será realizada pela Prefeitura de Peixoto de Azevedo, que também disponibilizou veículo para deslocamento da equipe do Cartório Eleitoral, e contará também com a participação de outros órgãos parceiros, com serviços de saúde, agricultura e educação. 

 

Outro destaque é a previsão da presença do cacique Raoni, importante liderança da etnia Caiapó. Raoni é conhecido internacionalmente pela luta em prol da preservação da Amazônia e dos povos indígenas. 

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra uma vista aérea da Escola Estadual Indígena Metuktire, localizada próxima às margens do rio Xingu, rodeada por áreas de mata e alguns espaços abertos. É possível ver construções com telhados de cor avermelhada e estradas de terra que dão acesso ao local. 

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Fonte: TRE – MT

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Pontes de concreto substituem estruturas precárias de madeira em todas as regiões de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso executa um programa de substituição de pontes de madeira e eliminação de balsas em todo o Estado. O objetivo é superar obstáculos para o desenvolvimento da infraestrutura mato-grossense e garantir que pessoas, mercadorias e serviços essenciais possam circular com segurança durante todo o ano.

Desde 2019, o Governo do Estado já entregou 300 pontes de concreto em diferentes regiões de Mato Grosso. Outras 120 estruturas estão em construção. As novas pontes oferecem mais segurança aos usuários, suportam cargas maiores e são uma solução definitiva para a travessia de rios.

Além disso, até o fim de 2026, o Governo também vai chegar a 1.200 pequenas pontes de madeiras substituídas por aduelas de concreto ou bueiros metálicos, acabando com pontos críticos que frequentemente causavam interrupções no tráfego em estradas estaduais e municipais.

O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, lembra que as pontes de madeira sempre foram um obstáculo para o desenvolvimento de Mato Grosso. Elas exigem manutenção constante, apresentam restrições de carga e muitas vezes precisavam ser interditadas quando apresentavam problemas.

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“Quando uma ponte de madeira caí, o trânsito é completamente interrompido. Em muitos municípios isso significa o isolamento de uma população inteira. Com as pontes de concreto o trânsito passa a ser permanente e confiável. Por isso, sempre digo que a construção de pontes de concreto é o maior programa e o maior legado do Governo de Mato Grosso”, disse.

Além de garantir que as pessoas possam trabalhar, estudar e continuar suas atividades, a construção de pontes de concreto também fortalece a logística do Estado, permitindo previsibilidade no escoamento da produção.

Entre as obras de destaque está a construção de uma ponte de 1.410 metros de extensão sobre o Rio Juruena. Essa ponte, no caso, vai substituir uma balsa que atualmente faz a travessia do rio em viagens de aproximadamente uma hora.

“Atualmente há uma balsa nesse Rio que leva quase duas horas para ir e voltar, levando um caminhão por vez. Essa balsa para de funcionar quando escurece e só volta no dia seguinte. Quando a ponte for entregue, todo esse percurso vai durar poucos minutos. Será um ganho logístico enorme para toda a região”, explicou o secretário.

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Outro exemplo está na rodovia MT-060, a Transpantaneira, onde o governo já substituiu 47 pontes de madeira, seja por pontes de concreto ou por aduelas. Outras 41 estão ou em obras, ou em processo de licitação para a troca, o que vai acabar com todas as pontes de madeira da rodovia.

“Estamos substituindo estruturas que durante décadas limitaram o desenvolvimento de muitas regiões. As pontes de concreto, as aduelas e os bueiros metálicos garantem segurança, reduzem custos de manutenção e criam uma malha viária mais moderna e preparada para o crescimento de Mato Grosso”, concluiu o secretário.

Fonte: Governo MT – MT

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