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MPMT apoia ações que desarticulam garimpos ilegais em Colniza

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Equipes do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental desarticularam, esta semana, três garimpos irregulares na região de Colniza (1.058 km de Cuiabá). As ações contaram com apoio material e logístico do Ministério Público de Mato Grosso, por meio da 1ª Promotoria de Justiça da comarca. Na terça-feira (24), durante os trabalhos na área rural do município, os policiais militares localizaram quatro motores utilizados na extração ilegal de minérios (posteriormente inutilizados) além de acampamentos improvisados e uma escavadeira hidráulica empregada no funcionamento do garimpo. Ao perceberem a aproximação das equipes, os suspeitos fugiram pela mata e ainda não foram localizados.A área havia sido identificada previamente pelos setores de inteligência da Polícia Militar, que constataram intenso desmatamento para abertura e expansão da atividade clandestina. Com as informações levantadas, foi reforçado o policiamento tático e ostensivo no local, integrando os esforços da Operação Amazônia, que atua de forma contínua na repressão a ilícitos ambientais em Mato Grosso.Segundo o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, o apoio do Ministério Público às forças de segurança é fundamental. “O garimpo clandestino é uma das principais causas de degradação ambiental em Colniza e municípios vizinhos. O Ministério Público tem atuado de forma integrada com a Polícia Militar com o objetivo de proteger o patrimônio ambiental e impedir que atividades ilícitas avancem sobre a floresta e os cursos d’água da região”, afirmou.

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(Com informações da PMMT)
Fotos: PMMT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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VG se compromete a regularizar contratações na Saúde e na Educação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande firmou, nesta terça-feira (14), dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com o Município para garantir o respeito à ordem de classificação dos processos seletivos simplificados das secretarias municipais de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e de Saúde, além de promover a regularização de contratações temporárias realizadas em desacordo com os critérios dos certames. Os acordos foram assinados pela promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, pela prefeita Flávia Petersen Moretti, pelas secretárias Maria Fernanda Figueiredo e Valéria Aparecida Nogueira, e pelo procurador-geral do Município, Maurício Magalhães Faria Neto.Os acordos foram celebrados no âmbito de inquéritos civis instaurados pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) após a identificação de indícios de contratações temporárias sem observância da ordem classificatória dos processos seletivos, bem como da manutenção de vínculos considerados irregulares. As medidas buscam corrigir as inconsistências apuradas, assegurar a convocação dos candidatos aprovados conforme a classificação obtida nos certames e fortalecer os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade na administração pública.Na área da Educação, a investigação apontou possível preterição de candidatos aprovados em processo seletivo, além da contratação de servidores sem submissão ao certame e falhas na transparência das informações relacionadas ao seletivo. Já na Saúde, o inquérito apurou a existência de contratações de servidores sem prévia participação em processo seletivo, bem como a atuação de profissionais com classificação posterior à última convocação, em possível desrespeito à ordem classificatória e aos direitos dos candidatos aprovados. Conforme os TACs, o município e as secretarias assumiram o compromisso de observar rigorosamente a ordem de classificação dos candidatos aprovados, abstendo-se de realizar contratações, admissões, prorrogações ou manutenção de vínculos temporários em desacordo com os resultados homologados dos seletivos. Também deverão promover o levantamento dos contratos temporários existentes, rescindir aqueles considerados irregulares e substituir os contratados por candidatos regularmente classificados. Os compromissários terão prazo de até 180 dias para cumprir as principais obrigações previstas nos acordos e apresentar a comprovação documental ao Ministério Público. Entre as medidas estabelecidas está ainda a ampliação da transparência, com a divulgação permanente e atualizada de informações sobre convocações, admissões, desistências, eliminações e reclassificações decorrentes dos processos seletivos. Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, os acordos têm como objetivo garantir o respeito aos princípios constitucionais da administração pública, especialmente a legalidade, a impessoalidade e a moralidade, assegurando que as vagas sejam preenchidas conforme a classificação obtida pelos candidatos nos processos seletivos. Os acordos também visam pôr fim às contratações irregulares identificadas durante as investigações e garantir igualdade de oportunidades aos participantes dos certames. Conforme os acordos, o descumprimento das obrigações resultará na aplicação de multa diária de R$ 5 mil, além da adoção de medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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