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Vigia Mais MT auxilia na prisão de dois foragidos da justiça por tráfico de drogas e organização criminosa

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O programa Vigia Mais MT auxiliou na prisão de dois foragidos da Justiça em ações realizadas nos municípios de Sinop e Cuiabá. Os suspeitos eram procurados pelos crimes de tráfico de drogas e organização criminosa.

No primeiro caso, registrado nesta Sexta-feira (26.6), um homem de 31 anos foi identificado por uma câmera com sistema de reconhecimento facial instalada na região central de Sinop.

Após o alerta emitido pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), equipes da Polícia Militar realizaram a abordagem e confirmaram um mandado de prisão definitiva.

Condenado por tráfico de drogas, o suspeito ainda tem 6 anos, 9 meses de pena a cumprir em regime fechado.

No segundo caso, registrado na terça-feira (24), um homem de 37 anos foi localizado após o veículo em que estava a ser identificado por câmeras com sistema de leitura automática de placas (OCR), na região da Ponte Nova, em Várzea Grande. As informações foram repassadas pelo Ciosp às equipes policiais, que realizaram a abordagem no bairro Novo Colorado, em Cuiabá.

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Durante a checagem, foi confirmado um mandado de prisão expedido pela Justiça de Rondônia por organização criminosa. O foragido ainda tinha 5 anos e 3 meses de pena a cumprir.

Os dois suspeitos foram encaminhados à Polícia Judiciária Civil para as providências legais cabíveis.

*Sob supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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