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Clóvis de Almeida Júnior é promovido a procurador de Justiça pelo CSMP

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O Conselho Superior do Ministério Público de Mato Grosso (CSMP) promoveu, nesta terça-feira (6), o promotor de Justiça Clóvis de Almeida Júnior ao cargo de procurador de Justiça, pelo critério de merecimento. O membro assumirá a titularidade da 1ª Procuradoria de Justiça Criminal. A promoção foi aprovada por unanimidade, em razão de sua inclusão, por três vezes consecutivas, na lista tríplice.Ao agradecer a promoção, Clóvis de Almeida Júnior destacou a trajetória construída ao longo de quase três décadas de atuação ministerial. “Foram quase três décadas percorrendo as comarcas, ouvindo o cidadão face a face e atuando na linha de frente do primeiro grau de jurisdição. Em cada processo, audiência ou decisão, a minha bússola sempre apontou na mesma direção: a defesa intransigente da Constituição e a salvaguarda da democracia. Isso nunca foi apenas um dever funcional, mas a força motriz da minha vida profissional”, afirmou.O novo procurador ressaltou ainda que a ascensão ao segundo grau representa a continuidade de sua missão institucional sob uma nova perspectiva. “Chegar à Procuradoria de Justiça não significa encerrar um ciclo, mas ampliá-lo. A atuação no segundo grau não representa um distanciamento da realidade, e sim uma nova trincheira para defender os mesmos ideais. Assumo esse compromisso renovando o meu juramento de fidelidade à Constituição da República e com a expectativa de que esta nova etapa seja tão inspiradora quanto o caminho que me trouxe até aqui”, declarou.Também integraram a lista tríplice os promotores de Justiça Gustavo Dantas Ferraz, pela segunda vez, e Sasenazy Soares Rocha Daufenbach, que passou a compô-la pela primeira vez.Ao todo, 19 promotores de Justiça do Ministério Público de Mato Grosso se inscreveram no Edital de Promoção nº 244/2026-CSMP e concorreram à vaga aberta para a promoção ao cargo de procurador de Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP pede júri para motorista acusado de morte no trânsito

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) denunciou à Justiça Hercílio Junio Freitas Cordeiro pelos crimes de homicídio qualificado consumado, tentativa de homicídio qualificado e delitos previstos no Código de Trânsito Brasileiro relacionados à condução de veículo sob efeito de álcool, fuga do local do acidente e direção sem habilitação. A denúncia foi apresentada pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos, da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital – Núcleo de Defesa da Vida.Conforme a denúncia, os fatos ocorreram na madrugada de 30 de agosto de 2026, na Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá. O Ministério Público sustenta que o denunciado, mesmo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e sob efeito de álcool, assumiu o risco de produzir resultados letais ao conduzir uma BMW em velocidade extremamente superior à permitida para a via.Segundo a peça acusatória, o primeiro impacto ocorreu no cruzamento da Avenida Isaac Póvoas com a Avenida Presidente Marques, quando a BMW atingiu a traseira da motocicleta conduzida por G. N. M., que aguardava a abertura do sinal vermelho. O motociclista sofreu lesões, mas sobreviveu. De acordo com o Ministério Público, após a colisão, o motorista deixou o local sem prestar socorro.Ainda conforme as investigações, logo depois do primeiro acidente, o denunciado teria acelerado ainda mais para fugir da responsabilização pelo ocorrido. A denúncia aponta que o veículo foi registrado por equipamento eletrônico trafegando a 177 km/h, em um trecho cujo limite máximo é de 50 km/h. Cerca de 700 metros adiante, a BMW colidiu contra a motocicleta conduzida por Paulo Messias Simão Costa, 23 anos, que morreu no local em decorrência dos graves ferimentos sofridos.O Ministério Público destaca que as investigações indicaram que o denunciado havia ingerido bebida alcoólica em uma casa noturna da capital antes de assumir a direção do automóvel. Testemunhas relataram sinais visíveis de embriaguez e comportamento agressivo. A acusação também menciona que, após o segundo acidente, o motorista abandonou o veículo e permaneceu foragido até se apresentar à polícia dias depois.Na denúncia, a promotora de Justiça sustenta que os crimes foram praticados mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, já que ambas trafegavam regularmente e foram atingidas pela traseira, sem possibilidade de reação. Em relação à morte de Paulo Messias Simão Costa, o MPMT também atribui ao caso as qualificadoras de perigo comum e de homicídio praticado para assegurar a impunidade de outro crime.O Ministério Público requer que o acusado seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri, além da fixação de valor mínimo de R$ 1 milhão para reparação dos danos causados às vítimas e familiares. Também pede a aplicação do efeito da condenação consistente na inabilitação para dirigir veículo automotor.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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