VÁRZEA GRANDE

DAE-VG inicia testes de vazão e projeta alternativas de abastecimento à região

Publicado em

Resultados devem ser entregues ainda nesta semana

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE) deve receber, ainda nesta semana, o laudo técnico sobre a vazão do poço localizado no bairro São Simão. Como o diretor-presidente da autarquia, Zilmar Dias, o poço teve a obra concluída em 2024, mas até então não havia sido formalmente repassado ao DAE.

“A partir do laudo técnico, que será emitido por uma empresa especializada, será possível conhecer as condições de fornecimento desse poço para então, passarmos – se houver viabilidade – para a fase de implantação de toda a infraestrutura necessária para o funcionamento do sistema e da distribuição de água na região”, explicou.

Ainda como pontuou Zilmar, o DAE vai cercar toda a área onde estão instalados os equipamentos públicos, instalar o quadro de energia, colocar a bomba e, assim, iniciar o fornecimento de água para toda a população do São Simão.

Entretanto, caso o poço não apresente vazão suficiente para atender à demanda local, o DAE já estuda uma alternativa: a interligação da Estação de Tratamento de Água (ETA) do bairro Imigrantes até a região do São Simão. Esse novo projeto contempla a construção de aproximadamente 6 quilômetros de adutora, que também poderá beneficiar o bairro Paiaguás.

Leia Também:  Câmara Técnica analisa impactos urbanos de novos empreendimentos

Segundo o presidente, o DAE pretende buscar apoio do governo do Estado em relação aos recursos destinados à execução da obra. “Será necessário elaborar o projeto e buscar o financiamento junto ao Estado para garantir a ampliação da rede de abastecimento”, explicou.

A medida faz parte dos esforços da atual gestão para garantir o fornecimento regular de água tratada aos moradores de Várzea Grande, especialmente nas regiões em crescimento populacional acelerado.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

VÁRZEA GRANDE

Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

Published

on

Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

Leia Também:  Câmara Técnica analisa impactos urbanos de novos empreendimentos

Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

Leia Também:  Obra da ETE Santa Maria entra em nova fase com instalação de tubulação e concretagem da estrutura preliminar

TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA