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Equipe de mediação escolar já visitou 37 unidades e agiliza solução de demandas

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A equipe de Prevenção e Mediação à Gestão Escolar já visitou 37 unidades escolares. As demandas identificadas foram, em sua maioria, resolvidas nas próprias instituições, enquanto outras foram encaminhadas aos setores competentes.

O trabalho desenvolvido pelos mediadores consiste em atuar na resolução de questões estruturais e conflitos dentro das escolas, por meio de um processo baseado na escuta ativa.

“Essas intermediações são uma forma de dar celeridade aos problemas existentes dentro da unidade escolar. Nosso trabalho é ouvir e registrar cada situação, dialogar com a direção, compreender as demandas e buscar soluções. Para os casos que são de nossa atribuição, damos os devidos encaminhamentos; já aqueles que necessitam do apoio de outras secretarias, solicitamos o serviço”, destacou a mediadora Rita Mara de Arruda Cortez.

A mediadora informou ainda que a equipe realiza visitas diárias a cerca de oito unidades escolares, com elaboração de atas em todas as mediações realizadas. “Esse registro é necessário e funciona como documento oficial, formalizando as discussões e os acordos firmados durante a mediação”, explicou.

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A secretária de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ressaltou a importância do trabalho dos mediadores, que atuam como ponte entre as unidades escolares e a Secretaria. “Durante as visitas, os mediadores buscam solucionar as questões dentro da própria unidade, o que facilita o trabalho da gestão escolar, que não precisa se deslocar até a sede para solicitar serviços”, afirmou.

A secretária destacou ainda que essa aproximação entre a gestão central e as unidades escolares contribui para melhorar a eficiência operacional em todo o município.

A equipe de mediação é composta pelos servidores Izabel Vitalino Figueiredo, Sarah Jane de Campos, Benedita Santana Ponce e Paulo Sérgio Chimello.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Horta escolar ensina alunos a cultivar alimentos e fortalece hábitos de alimentação saudável

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Montar uma horta na escola vai muito além da produção de alimentos. A iniciativa incentiva a adoção de hábitos alimentares saudáveis, promove a educação ambiental e ainda contribui para o fortalecimento da merenda escolar. Na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) Professora Rita Auxiliadora de Campos Cunha, 68 alunos participantes do Programa Escola em Tempo Ampliado (ETA) vivenciam diariamente essa experiência por meio do projeto de horta escolar.

A diretora da unidade, Simone Cristina Curvo, explica que o projeto tem como objetivo estimular mudanças de comportamento e ampliar o aprendizado dos estudantes por meio do contato direto com a terra, desde o plantio das mudas até o acompanhamento do desenvolvimento das plantas.

“Os alunos participam da limpeza e preparação do espaço, além de realizarem a manutenção e a rega das plantas diariamente. Esse processo permite uma compreensão mais profunda dos ciclos naturais, da nutrição e da sustentabilidade, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo, social, emocional e físico das crianças, além de fortalecer a educação ambiental”, destaca a diretora.

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Todas as atividades são acompanhadas pelo professor Nilton Fontoura, responsável por orientar os estudantes em cada etapa do cultivo.

Segundo Simone Cristina Curvo, o projeto envolve professores, alunos e toda a comunidade escolar. “A horta é uma ferramenta pedagógica poderosa. Mais do que cultivar alimentos, ela oferece inúmeras oportunidades de aprendizagem. Inserida no ambiente escolar, transforma-se em um verdadeiro laboratório vivo, integrando teoria e prática em diversas atividades educativas”, afirma.

A secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ressalta que a iniciativa também contribui para o desenvolvimento de valores importantes entre os estudantes.

“O projeto promove o trabalho em equipe, a responsabilidade e a paciência, à medida que os alunos preparam o ambiente, cuidam das plantas e acompanham todas as fases de crescimento. Além disso, estimula a alimentação saudável por meio do cultivo e do consumo de hortaliças produzidas dentro da própria escola”, enfatiza.

Maria Fernanda acrescenta que a educação integral é fundamental para a formação de cidadãos mais conscientes, preparados e comprometidos com a comunidade, fortalecendo ainda o senso de pertencimento dos alunos ao ambiente escolar.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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