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Projeto mobiliza escola e empresa para revitalizar área degradada no Paula I

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Além de estimular o cuidado coletivo, ação resgata o senso de pertencimento da comunidade em relação ao meio ambiente urbano

O projeto “Adote um Espaço”, promovido pela Prefeitura de Várzea Grande, em parceria com o Ministério Público, segue ganhando força e adesão de novas instituições, como uma iniciativa de impacto na preservação ambiental e conscientização cidadã. Às 8h desta sexta-feira, 27 de junho, uma nova ação será realizada no Jardim Paula I, onde uma área em situação de degradação passará por processo de revitalização.

A intervenção será realizada pela empresa Grupo Cloro Mato Grosso, em conjunto com a Escola Municipal de Educação Básica (EMEB) ‘Honorato Pedroso de Barros’, que assumirão a adoção, manutenção e cuidado contínuo do espaço. Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim, o projeto resgata o senso de pertencimento da comunidade em relação ao meio ambiente urbano.

“O ‘Adote um Espaço’ é uma ferramenta que estimula o cuidado coletivo com a cidade. Ele permite que escolas e empresas deixem um legado ambiental para suas comunidades, ao mesmo tempo em que conscientiza sobre a importância da preservação dos nossos recursos naturais”, explicou.

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Inspirado no artigo 225 da Constituição Federal, que garante o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, o projeto propõe que escolas, empresas e instituições de Várzea Grande adotem áreas públicas próximas, como praças, canteiros, parques e Áreas de Preservação Permanente (APPs). Com apoio técnico da Secretaria de Meio Ambiente, as entidades recebem mudas, insumos e orientação especializada para garantir o sucesso das ações de plantio e manutenção.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Agentes comunitários de Várzea Grande reforçam atuação no combate à hanseníase

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Os agentes comunitários de saúde de Várzea Grande estão no centro de uma estratégia que busca transformar a realidade de uma das doenças mais antigas ainda presentes no Brasil: a hanseníase. Mais de 80 profissionais participaram, nesta semana, de dois dias de capacitação realizados na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, dentro de um projeto piloto idealizado pela Frente Parlamentar de Enfrentamento à Hanseníase.

A iniciativa, presidida pelo deputado estadual Dr. João (MDB), marca o início de uma mobilização que pretende alcançar os 142 municípios de Mato Grosso. Durante o encontro, os participantes receberam treinamento para fortalecer a identificação precoce da doença, ampliar a busca ativa de casos e contribuir para a redução da transmissão.

Segundo o parlamentar, a proposta é estruturar uma rede de profissionais preparados para atuar diretamente nos territórios. “Este é o pontapé inicial para colocarmos em prática a capacitação de todos os profissionais de saúde. Vamos percorrer os municípios, qualificar as equipes, intensificar a busca ativa, realizar diagnósticos e garantir o tratamento, com o objetivo de tirar Mato Grosso dessa triste liderança em casos de hanseníase”, afirmou.

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Para quem atua diretamente nas comunidades, o conhecimento adquirido representa mais segurança no atendimento. A agente comunitária Mariazinha da Silva, da unidade do bairro Vila Arthur, destacou a importância da qualificação. “A capacitação é essencial para quem está na ponta, em contato direto com a população. Ela amplia o conhecimento, melhora a identificação precoce dos casos, qualifica a orientação aos pacientes e ajuda a reduzir o preconceito que ainda existe sobre a doença”, relatou.

De acordo com ela, momentos como esse também fortalecem o trabalho em equipe e ampliam a capacidade de acolhimento e acompanhamento dos pacientes.

A enfermeira responsável técnica pela linha de cuidado em hanseníase no município, Adriana Matos, reforçou o papel estratégico dos agentes comunitários. “Essa capacitação é um divisor de águas. O agente está dentro das casas, conhece o território e a rotina das famílias. Ao identificar uma mancha suspeita ou perda de sensibilidade, ganhamos tempo precioso. O diagnóstico precoce não é apenas sobre curar, mas sobre evitar sequelas irreversíveis e interromper a cadeia de transmissão”, destacou.

A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Janaína Pauli, ressaltou que o enfrentamento da doença depende da atuação integrada entre instituições e do vínculo com a população. “Mato Grosso é considerado endêmico porque realiza busca ativa dos casos. Além do estigma, um dos grandes desafios é o abandono do tratamento. Por isso, é fundamental que os agentes de saúde sejam essa ponte, sensibilizando pacientes que muitas vezes permanecem em casa por vergonha de procurar atendimento”, explicou.

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TRATAMENTO PELO SUS – A hanseníase tem tratamento gratuito e cura, disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A qualificação dos agentes comunitários reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado, fundamentais para interromper a cadeia de transmissão e garantir mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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