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Autores de tentativa de homicídio em Confresa são presos pela Polícia Civil

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Dois autores de uma tentativa de homicídio ocorrido no início do mês de agosto em Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá), foram presos pela Polícia Civil, nesta terça-feira (20.08), em ação para cumprimento de mandado judicial.

Os suspeitos tiveram as ordens de prisão preventiva decretadas pela Justiça, após investigação da Delegacia de Confresa para apurar o crime de homicídio tentado praticado por meio de arma cortante ou perfurante.

O crime foi registrado no dia 07 de agosto contra um jovem de 21 anos, atingido por golpe de faca na região das costas. A vítima estava em sua residência quando foi chamada por dois conhecidos.

Durante a conversa, houve discussão motivada por um relacionamento entre a vítima e uma mulher. Ao virar as costas para os suspeitos, o jovem foi esfaqueado. Mesmo com perfuração no pulmão, ele correu e ainda foi perseguido. Contudo o jovem conseguiu se esconder, sendo socorrido e levado para o hospital.

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Conforme o delegado de Confresa, Mauro Arruda de Moura Apoitia, durante as diligências investigativas os autores do crime tiveram as prisões preventivas representadas pela Polícia Civil e deferidas pelo Poder Judiciário, sendo devidamente cumpridas nesta terça-feira (20).

Durante cumprimento das ordens judiciais foram apreendidos na residência de um dos investigados materiais utilizados para o tráfico de drogas.

“Essa ação bem-sucedida reflete o comprometimento da Polícia Civil de Mato Grosso em combater a violência e trazer paz à comunidade. A atuação incansável da equipe de Confresa continua sendo um exemplo de eficiência e dedicação no cumprimento do dever, inspirando confiança e segurança entre os moradores da região”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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