O Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), em parceria com o MT Hemocentro, divulgou, nesta segunda-feira (08.07), o resultado da campanha que sorteou voo panorâmico de helicóptero para doadores de sangue.
A campanha de incentivo à doação, realizada entre os dias 1º e 5 de julho, sorteou seis doadores de Cuiabá e Sorriso (420 km de Cuiabá) para o passeio de aeronave.
O resultado do sorteio também foi divulgado nos perfis do Instagram do Ciopaer e MT-Hemocentro.
Os ganhadores de Cuiabá são Elisandra T. Nunes, Denise Teixeira e Odilson, e, de Sorriso, Bárbara Borges, Jaqueline Rezende Marcelino e Michel Ferreira de Souza. O Ciopaer entra em contato com os contemplados nesta segunda-feira para agendar o dia de voo.
O passeio terá a duração de 30 minutos, e os três ganhadores de cada cidade vão apreciar a vista com segurança, acompanhados de tripulantes experientes do Ciopaer.
As doações feitas durante a campanha foram destinadas ao Hemocentro de Cuiabá e ao Hospital Regional de Sorriso.
As cidades foram escolhidas para a campanha por possuírem unidades operacionais do Ciopaer.
O edital “Inventários de Patrimônio Imaterial de Mato Grosso – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab”, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), está viabilizando a documentação dos saberes seculares das redeiras de Limpo Grande, em Várzea Grande.
Realizado pela Associação Tece Arte, o projeto vai, pela primeira vez, transformar o “saber-fazer” das artesãs locais em um acervo documental definitivo. O objetivo é transformar esse “segredo de família” em um guia de consulta digital para pesquisadores, estudantes e entusiastas da arte popular de todo o mundo.
“Não estamos registrando apenas um objeto de decoração, mas uma tecnologia ancestral de resistência feminina. Mais do que fios e nós, o que se produz em Limpo Grande é memória viva “, afirma a coordenadora do projeto, Ester Moreira Almeida.
O Inventário do Patrimônio Imaterial das Redeiras de Limpo Grande utiliza um registro minucioso de imagens e depoimentos para mapear todo o processo — desde a colheita e preparo da matéria-prima até o acabamento dos padrões que deram fama nacional às redes de Várzea Grande. Com lançamento previsto para junho deste ano, o projeto está na fase de entrevistas.
Por décadas, a técnica da tecelagem em Limpo Grande residiu apenas na tradição oral, passada de mãe para filha sob o som ritmado dos teares de madeira. O projeto, agora, mergulha nesse universo para registrar o que antes era invisível: os nomes dos pontos, a simbologia das cores e os relatos de resistência das mulheres que transformaram o artesanato em sustento e voz.
Para Ester, o inventário é um tributo à autonomia das mestras redeiras, preservando a tecelagem como símbolo de orgulho e desenvolvimento social.
“Ao sistematizar esse conhecimento, a Associação Tece Arte, com apoio da Secel, não apenas protege o passado, mas projeta o futuro. O projeto reafirma que, enquanto houver mãos tecendo em Limpo Grande, o patrimônio brasileiro continuará pulsando”, conclui.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.