MATO GROSSO

Corpo de Bombeiros e Sema intensificam ações de fiscalização contra o uso irregular do fogo em MT

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), inicia, nesta quarta-feira (12.2), uma nova etapa das operações de fiscalização ambiental com o objetivo de intensificar o combate ao uso irregular do fogo e coibir crimes ambientais em todo o Estado.

Equipes especializadas estão sendo enviadas a campo para reforçar a presença do Estado na aplicação da legislação ambiental, garantindo ações mais efetivas de prevenção, repressão e responsabilização dos infratores identificados.

De acordo com o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, o fortalecimento da atuação das equipes de fiscalização faz parte do planejamento estratégico previsto para 2025, que abrange quatro frentes fundamentais: prevenção, preparação, resposta e responsabilização.

“Com a intensificação da fiscalização ambiental, será possível garantir maior controle sobre as áreas vulneráveis e assegurar o cumprimento da legislação. O Estado reforça sua política de tolerância zero a crimes ambientais, garantindo que as ações de responsabilização sejam contínuas e cada vez mais eficazes. O fortalecimento da estrutura de fiscalização, aliado ao uso de tecnologias avançadas de monitoramento e a capacitação permanente das equipes, permite ao CBMMT ampliar sua eficiência e consolidar sua atuação na proteção dos recursos naturais e no desenvolvimento sustentável de Mato Grosso”, afirmou o comandante.

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O trabalho conjunto entre o Corpo de Bombeiros e a Sema trouxe impactos significativos na redução dos crimes ambientais no Estado em anos anteriores.

Em 2024, a intensificação da fiscalização resultou em uma redução de 45% nos desmatamentos ilegais, enquanto o número de autorizações legais de desmatamento aumentou 660%. Os dados evidenciam o impacto positivo das operações repressivas, que refletiram no avanço das práticas sustentáveis e dentro da legalidade.

Já no âmbito das sanções, o rigor da fiscalização foi reforçado, resultando na aplicação de R$ 218 milhões em multas nos três biomas pelo CBMMT. As penalidades referem-se a infrações relacionadas ao uso irregular do fogo, além da apreensão de equipamentos utilizados nesses delitos.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

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Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

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Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

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Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

Fonte: Governo MT – MT

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