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Em comemoração ao Dia do Aviador, primeira-dama de MT indica crianças de instituições para viverem experiência de sobrevoo

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Mais de 120 crianças de quatros instituições filantrópicas tiveram um domingo especial, com o passeio aéreo promovido pela empresa Abelha Táxi Aéreo e Manutenção, que contou com a parceria da primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, responsável pela indicação de duas entidades contempladas, a Associação Filantrópica São Judas Tadeu e a Escola Espírita Irmão Praeiro.

Em comemoração ao Dia do Aviador, comemorado no dia 23 de outubro, o evento é realizado há 36 anos de comemoração. A ideia foi do presidente da empresa Hélio Vicente e já beneficiou mais de 6 mil crianças, adolescentes e adultos com a oportunidade da experiência do sobrevoo.

“Quero agradecer a presença das crianças indicadas pela primeira-dama Virginia Mendes. Estamos muito satisfeitos porque essa é uma tradição da empresa. Eu venho de uma infância muito sofrida e tive oportunidade na vida, então eu acho que todas as crianças devem alimentar os seus sonhos porque um dia eles se tornarão realidade”, contou o empresário.

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Hélio também lembrou as ações da primeira-dama Virginia Mendes. “Agradeço a primeira-dama pelas iniciativas e por tudo o que ela faz de bom em prol das crianças de Mato Grosso e do Brasil. Algumas crianças aqui nunca andaram de avião e agora estão tendo essa chance maravilhosa”.

A equipe da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf) representou a primeira-dama do Estado, e registrou momentos de descontração e alegria das crianças. Virginia Mendes publicou em seu perfil no Instagram uma mensagem sobre a importância dessa oportunidade para as crianças: “Foi lindo acompanhar a alegria e o entusiasmo das crianças. Para a grande maioria, foi a primeira vez andando de avião e algumas comentaram que foi a realização de um sonho. Em nome do senhor Hélio Vicente, agradeço de coração pela parceria! Gratidão aos comandantes, colaboradores e familiares da honrosa empresa Abelha. Parabéns pela linda festa, foi incrível!”.

“Se não fosse a tia Virginia eu não ia realizar meu sonho de viajar de avião, que foi uma experiência única”, pontuou João Paulo, de 11 anos, aluno da Escola Espírita Irmão Praeiro. O professor da escola também agradeceu: “Os alunos estão muito felizes. É uma sensação incrível. Gostaria de agradecer a dona Virginia Mendes, estamos orando por ela, só gratidão”.

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Além da Associação Filantrópica São Judas Tadeu e Escola Espírita Praeiro, também participaram o Centro de Promoção Humana Emanuel (Cenprhe), que tem como mantenedora a Associação Várzea-grandense Madre Tereza de Calcutá, e o Instituto dos Cegos.

Fonte: Governo MT – MT

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Café garante renda e recomeço para família de Castanheira

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O café é considerado a segunda bebida mais consumida no mundo, atrás apenas da água, e, em Mato Grosso, a produção tem se consolidado como uma importante alternativa de renda para agricultores familiares. Com variedades já validadas para os solos das regiões Norte e Noroeste, onde se concentram os maiores produtores, o cenário é promissor. O avanço é resultado de investimentos do Governo do Estado com R$ 3,1 milhões em equipamento, máquinas, veículos e insumos, também investe em pesquisa por meio da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

O fortalecimento da cadeia produtiva também abre perspectivas para a expansão da cafeicultura em outras regiões do estado, como o Araguaia, que apresenta potencial para o desenvolvimento da atividade.

Para a secretária Andreia Fujioka, o avanço da cafeicultura no estado reflete uma estratégia de desenvolvimento rural baseada na valorização da produção familiar e na incorporação de conhecimento técnico ao campo. Segundo ele, quando o produtor tem acesso a estrutura, pesquisa, assistência e tecnologia, o resultado vai além do aumento de produção, alcançando estabilidade econômica e permanência das famílias no meio rural.

“O fortalecimento da cafeicultura em Mato Grosso mostra que, é possível gerar renda, oportunidades e garantir dignidade para as famílias no campo”, destacou.

No município de Castanheira, o pequeno produtor Osvaldo Roberto Gomes e sua esposa, Zeni Pereira Gomes, são exemplo de superação e transformação no campo. Há cinco anos, o casal decidiu migrar de outra cadeia de produção alimentar para investir no cultivo de café, motivado pela orientação técnica da Empaer.

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A mudança exigiu adaptação. No início, as dificuldades com o novo sistema de plantio foram um desafio. Com o tempo, porém, o aprendizado e o acompanhamento técnico deram resultado. Hoje, a propriedade conta com mais de oito mil pés de café, conduzidos com manejo adequado e foco na qualidade.

“Comercializamos nossa produção na feira de Juína. Optar pelo café foi uma boa alternativa de renda. Aqui, podemos contar com a assistência técnica da Empaer e com a Seaf. No começo, tivemos um pouco de dificuldade, porque o sistema de plantio é diferente, mas depois pegamos o jeito. Aqui sou eu e minha esposa, com mais de oito mil pés de café”, contou Osvaldo.

A produção, inicialmente modesta, começou de forma artesanal. Zeni relembra que, na primeira colheita, o casal optou por torrar o próprio café e vender diretamente ao consumidor.

“Na primeira colheita, não vendemos para terceiros; nós mesmos torramos. Comecei a ir à feira vendendo para uma ou outra pessoa em Juína; todo mundo conhece a gente lá. Se não fosse o café, a gente não estaria mais aqui, porque atravessamos uma época difícil”, contou.

O trabalho de pesquisa e assistência técnica foi fundamental para consolidar o sucesso da produção. A engenheira agrônoma e pesquisadora da Empaer, dra. Danielle Muller, destacou que o caso da família representa a essência da agricultura familiar.

“Nós vimos que o seu Osvaldo e a esposa representam a agricultura familiar raiz: plantam, colhem, beneficiam e levam o café para vender na feira. Durante cinco anos, nos dedicamos a pesquisar as variedades de clones de robusta amazônico para identificar quais são ideais para o solo mato-grossense. Hoje, temos materiais validados para as nossas condições, o que fortalece ainda mais a atividade no estado”, explica.

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Segundo a pesquisadora, a lavoura do produtor é um exemplo de boa condução técnica, com sistema de irrigação implantado, espaçamento adequado e uso de clones produtivos e com qualidade de bebida.

“O café do seu Osvaldo está bem conduzido. Ele já utiliza clones como o 25 e o 03, que apresentam boa produtividade e qualidade. Esse é o caminho para consolidar a cafeicultura no estado”, completa.

Equipe de pesquisadores da Empaer-MT.

Para o extensionista rural da Empaer, Thiago Evandro Marim, que acompanha a propriedade há anos, o café representa mais do que uma alternativa econômica. “O café, para mim, representa muito mais do que esperança: representa realidade. Esse casal é um exemplo claro disso. Eles migraram de outra cadeia e hoje têm 100% da renda proveniente do café. É uma cultura viável para a agricultura familiar, com alta produtividade, que exige pouca área e tem grande potencial de crescimento. Além disso, contribui para manter as famílias no campo, evitando a evasão para a cidade”, afirma.

Entre desafios e conquistas, Osvaldo e Zeni encontraram no café não apenas uma fonte de renda, mas um novo projeto de vida. Mais do que esperança, a cafeicultura se tornou realidade e abriu novas perspectivas para o futuro da família, um retrato fiel do potencial que cresce no campo mato-grossense.

Fonte: Governo MT – MT

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