MATO GROSSO

Justiça Eleitoral atende indígenas da Aldeia Matrinxã, em Apiacás

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Indígenas da etnia apiaká estão recebendo atendimento da Justiça Eleitoral, nesta quarta-feira (29.10), na Aldeia Matrinxã, localizada no município de Apiacás (964 km de Cuiabá). Ao longo de todo o dia, são oferecidos os serviços de alistamento (confecção do 1º título), revisão, transferência, emissão de certidões e segunda via e, principalmente, o cadastramento biométrico. 

 

O acesso até a aldeia é feito por via terrestre e fluvial. O chefe de cartório em substituição da 50ª Zona Eleitoral, Osmar Fernandes Ribas, percorreu 337 km de estrada, sendo apenas 70 km de asfalto e 267 km de terra, até a beira do rio Juruena. De lá, seguiu de barco, em um percurso que durou 45 minutos. “Nesse trecho de estrada de chão, pegamos pedaços com bastante água, porque choveu na região, e bem propensos a atoleiro, mas nós conseguimos passar”, conta o servidor.  

 

A realização do mutirão foi determinada pelo juiz da 50ª Zona Eleitoral, Lawrence Pereira Midon, em atendimento ao Plano de Ação da Corregedoria Regional Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), que visa aumentar as estatísticas do eleitorado local cadastrado biometricamente. 

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A iniciaiva conta com a parceria da Prefeitura Municipal de Apiacás, que ficou responsável pelo transporte do servidor e equipamentos do Cartório para a realização dos atendimentos.  

 

A expectativa é atender aproximadamente 30 eleitores e eleitoras indígenas na Aldeia Mantrinxã, já que os atendimentos serão estendidos até o início da noite. 

 

Jornalista: Nara Assis 

 

#PraTodosVerem: A imagem mostra servidor da Justiça Eleitoral realizando atendimentos a eleitores indígenas. Em diferentes momentos, é possível ver pessoas sendo atendidas em mesas com computador, câmera e equipamentos de biometria, em um ambiente simples, com paredes de madeira e tijolos aparentes. Outras pessoas aguardam o atendimento ao fundo. O layout da imagem tem moldura com padrão gráfico colorido em verde e vermelho. 

Fonte: TRE – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

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A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

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Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

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“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

Fonte: Governo MT – MT

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