MATO GROSSO

Justiça Eleitoral lança nova campanha “TRE Sustentável”

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) lançou nesta segunda-feira (06.10) a campanha “TRE Sustentável: Nosso Resultado, Nossa Ação”, voltada para sensibilizar magistrados, servidores, estagiários e colaboradores terceirizados sobre a importância do Índice de Desempenho de Sustentabilidade (IDS). 

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O IDS foi criado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por meio da Resolução nº 400/2021, que instituiu a Política de Sustentabilidade do Poder Judiciário. Ele mede, de forma objetiva e comparável, o desempenho de todos os tribunais brasileiros em áreas como consumo de insumos (energia, água, papel, copos descartáveis), gestão de resíduos, qualidade de vida no trabalho, equidade e diversidade, contratações sustentáveis, eficiência logística e ações de descarbonização no âmbito do Programa Justiça Carbono Zero. 

“A sustentabilidade é um valor que deve estar presente em cada atitude dentro do nosso tribunal. Quando economizamos recursos, cuidamos do meio ambiente e promovemos qualidade de vida, estamos também reforçando a eficiência administrativa e a transparência perante a sociedade. O IDS nos mostra que cada escolha diária importa e que juntos podemos alcançar resultados ainda mais expressivos”, afirmou a presidente do TRE-MT, desembargadora Serly Marcondes Alves. 

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No caso do TRE-MT, os dados são alimentados no sistema PLS-Jud e divulgados anualmente no Balanço da Sustentabilidade do Poder Judiciário. 

Para aproximar o tema da rotina de trabalho, a campanha traz exemplos práticos: desde a economia de papel até o correto descarte do lixo, passando pelo cuidado com energia e água. Todas essas ações, quando somadas, compõem indicadores que são públicos e comparados nacionalmente. 

A campanha está sendo realizada pelas Assessorias de Gestão Estratégica e Comunicação.  

Daniel Dino 

Assessoria TRE-MT 

Fonte: TRE – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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