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Madeira apreendida em operações da Sema é usada para construção de casas populares em Nova Maringá

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Madeiras apreendidas em duas operações de fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente foram utilizadas para a construção de casas populares em Nova Maringá. As operações, realizadas pela regional de Tangará da Serra, apreenderam 150 metros cúbicos de madeira, que foram doadas para a prefeitura.

A madeira está sendo utilizada para a montagem das estruturas das casas e já foram utilizadas, até o momento, em 50 unidades no programa social do município.

O diretor da regional de Tangara da Serra, Jeferson Zucchi, explica que a unidade tem articulado com as prefeituras municipais da região para remoção de máquinas e doação de bens apreendidos, e no município de Nova Maringá, a parceria tem dado bons resultados, tanto na remoção de máquinas, como de bens.

“Neste caso, a prefeitura usou as toras apreendidas para construções de casas com cunho social, e nós acompanhamos o direcionamento destes materiais. Apesar do dano ambiental já ter sido causado e a madeira ter sido retirada de forma ilegal, ela está sendo utilizada para um fim social. Estão procurando otimizar a destinação deste material para que seja aproveitado da melhor maneira possível”, ressaltou.

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Ambas as operações ocorreram em parceria com a Polícia Militar Ambiental de Barra do Bugres e foram deflagradas a partir dos alertas emitidos pela Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal, que utiliza Imagens de Satélite Planet no combate ao desmatamento ilegal.

A primeira operação apreendeu 89 m³ de madeiras extraídas sem autorização e a segunda 61 m³. Ambas as operações foram na região de Nova Maringá.

Fonte: Governo MT – MT

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Comissão de Combate ao Trabalho Escravo promove seminário em Porto Alegre do Norte

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e a Comissão Estadual para Erradicação do Trabalho Escravo (Coetrae-MT) realizam, entre 16 e 19 de abril, o Seminário Regional Araguaia – Trabalho Escravo, Direitos Humanos e Participação Popular, em Porto Alegre do Norte (a 1.125 km de Cuiabá).

A presidente do Coetrae, Márcia Ourives, destacou que o município foi escolhido para receber o seminário após o resgate de 563 trabalhadores em situação análoga à escravidão em uma obra de usina de etanol no ano passado.

“O diálogo e a participação social são pilares fundamentais para a construção de uma política pública exitosa. O enfrentamento ao trabalho escravo não é diferente. Estamos aqui para dialogar e capacitar agentes e lideranças de direitos humanos, além de gestores públicos e autoridades competentes, que são atores importantes para o combate ao trabalho escravo em Mato Grosso”, reforçou.

A programação começou na tarde desta quinta-feira (16.4), com a visita técnica a uma cooperativa de catadores de materiais recicláveis, voltada para a prevenção do trabalho escravo.

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No período noturno, foi realizada uma palestra educativa e apresentações sobre o tema aos alunos do modelo de Ensino de Jovens e Adultos (EJA), da Escola Estadual Alexandre Quirino de Souza. Além de conhecer a realidade do trabalho escravo, os alunos também aprendem como denunciar e a quem recorrer para garantir seus direitos.

Para o estudante Matheus de Carvalho, 19 anos, que participou das apresentações, a visita do Coetrae à escola foi fundamental para mudar a percepção dos estudantes sobre o que é trabalho análogo à escravidão nos dias atuais.

“A vinda do Coetrae nos trouxe uma nova visão sobre o trabalho escravo, muito importante para os jovens da nossa idade que estão terminando os estudos e entrando no mercado de trabalho, para não nos tornarmos vítimas desse tipo de crime”, destacou.

A estudante Ruth Maria, 19 anos, pontuou que, além de ajudar os estudantes que estão começando a trabalhar, também ajuda a alertar a própria família, que não teve acesso à informação.

“Além de ser importante para nós que estamos começando a trabalhar, essa informação é muito importante para nossa família, pois muitos não têm essa informação e não conhecem o que é estar refém do trabalho escravo, porque, sem ajuda, não conseguem sair”, reforçou.

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As atividades continuam nesta sexta, sábado e domingo, com visitas técnicas, encontros com autoridades, palestras e mesas-redondas acerca do tema no município.

Fonte: Governo MT – MT

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