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Nova Ubiratã Digital: Justiça Eleitoral inicia cadastro biométrico

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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) iniciou nesta quarta-feira, 14 de junho, o cadastro biométrico ordinário para os eleitores do município de Nova Ubiratã. O processo ainda não é obrigatório, mas já foi aberto para a população do município que atualmente conta com 7.809 eleitores. 

Deste total, 1.154 eleitores já possuem informações biométricas no cadastro da Justiça Eleitoral. Esses dados foram obtidos, em sua maioria, por meio de cruzamento de informações ou de eleitores que transferiram seus títulos para Nova Ubiratã de outros municípios onde já haviam realizado a coleta de digital. 

O atendimento para cadastro biométrico está sendo realizado no posto eleitoral de Nova Ubiratã, que funciona no Poupa Tempo, localizado na Av. Tancredo Neves, 1551, Centro. O horário de atendimento é das 7h às 13h. 

A iniciativa conta com o apoio da Prefeitura e da Câmara de Vereadores do município. Estiveram presentes no Posto Eleitoral na terça-feira (13) o prefeito municipal de Nova Ubiratã, Edegar José Bernardi, os vereadores Francisco Fabio e Ari Basso. O Chefe do Cartório Eleitoral de Sorriso, Valdiney Rondon, também esteve presente. “É essencial que os eleitores participem desse cadastro, mesmo não sendo obrigatório ainda. Deixar para a última hora sempre resulta em filas e demora no atendimento. O cadastro biométrico é um avanço para o município, ele contribuirá para o aperfeiçoamento de nosso sistema eleitoral, tornando-o ainda mais seguro e eficaz”.

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A visita oficial ao Posto Eleitoral foi uma oportunidade para verificar o funcionamento da coleta de dados biométricos antes do efetivo início dos trabalhos. 

Daniel Dino

Assessoria TRE-MT

#PraTodosVerem: Foto do Prefeito Municipal de Nova Ubiratã, Edegar José Bernardi, juntamente com os vereadores Francisco Fabio e Ari Basso, do Chefe do Cartório Eleitoral de Sorriso, Valdiney Rondon, do Assistente do Cartório Gilles Carvalho, e da coordenadora do Posto Eleitoral de Nova Ubiratã, Claudia Regina. Arte com duas faixas na cor azul, na superior está escrito Biometria, na inferior consta a informação: Posto Eleitoral de nova Ubiratã, Av. Tancredo Neves, 1551, Centro, atendimento das 7h às 13h. 

Fonte: TRE – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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