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Acusado de matar jovem de 26 anos em Colniza permanecerá preso

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Com parecer favorável do Ministério Público de Mato Grosso, a Justiça converteu em preventiva a prisão em flagrante do tenente aposentado da Polícia Militar e diretor de uma escola cívico-militar em Colniza (a 1.065 km de Cuiabá), Elias Ribeiro da Silva, acusado de matar a tiros o jovem Claudemir Sá Ribeiro em um bar no município. O policial aposentado foi preso nesta madrugada. A audiência de custódia foi realizada na tarde desta segunda-feira (24), presidida pelo juiz Guilherme Leite Roriz, com participação do promotor de Justiça substituto Bruno Barros Pereira.“A Promotoria de Justiça de Colniza está acompanhando o caso desde a madrugada, incluindo as diligências realizadas pelas polícias Civil e Militar. Na audiência de custódia, o Ministério Público se manifestou favorável à conversão da prisão em preventiva e ainda requereu a expedição de mandado de busca e apreensão para verificar se o acusado possui outras armas em casa, bem como a quebra de sigilo telefônico dele”, contou Bruno Barros Pereira. As medidas foram deferidas. Claudemir Sá Ribeiro era segurança de uma fazenda e foi morto a tiros em um bar de Colniza, no domingo (23). O acusado de efetuar os disparos, Elias Ribeiro da Silva, fugiu. Testemunhas acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas o jovem morreu no local. Equipes da Polícia Civil e Militar localizaram o suspeito na casa dele, onde apreenderam uma arma de fogo e munições. Ele foi conduzido à Delegacia de Colniza e, após ser interrogado, foi preso em flagrante pelo homicídio.

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Foto: Willian Vinicius | Reprodução Google.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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