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Após recomendação do MPMT, Conselho Tutelar será ampliado

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A Prefeitura Municipal de Poxoréu (263 km de Cuiabá) atendeu recomendação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e deu início às ações para garantir condições adequadas de funcionamento ao Conselho Tutelar do município. A medida foi tomada após a Promotoria de Justiça da Infância e Juventude emitir uma notificação recomendatória cobrando melhorias estruturais e administrativas no órgão.No documento, a promotora de Justiça Nayara Roman Mariano Scolfaro detalha os problemas identificados durante vistoria realizada no local, como ausência de acessibilidade, falta de identificação externa, infiltrações, fiação exposta, iluminação precária, problemas sanitários, ausência de equipamentos de segurança e mobiliário inadequado. “Tais condições comprometem não apenas o atendimento à população, mas também a segurança e dignidade dos profissionais que atuam no órgão”, destacou.A recomendação do MPMT orienta que a Prefeitura providencie, de forma imediata, a reestruturação da sede atual ou a mudança para um novo espaço que atenda aos requisitos mínimos de acessibilidade, segurança, higiene e funcionalidade.Em resposta, o município encaminhou, nesta segunda-feira (1º), o croqui da obra de ampliação e reforma do prédio do Conselho Tutelar. Enquanto as obras são realizadas, os conselheiros tutelares já estão atuando em um imóvel alugado, garantindo a continuidade dos atendimentos à população.Além das melhorias físicas, o Ministério Público também recomendou ações administrativas como: regularização do fornecimento de materiais e insumos; divulgação da escala de plantão; envio de relatórios trimestrais ao Ministério Público e ao Poder Judiciário; planejamento de visitas às entidades de atendimento; realização de reuniões ampliadas com órgãos da administração municipal; sensibilização de órgãos de saúde e educação para comunicação de casos de violência; e elaboração de plano de formação continuada para os conselheiros tutelares.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

MPMT garante acolhimento de adolescente e apura abandono intelectual

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A 2ª Promotoria de Justiça Cível de Primavera do Leste (a 231 km de Cuiabá) garantiu o cumprimento de medida de acolhimento institucional de um adolescente em situação de evasão escolar, nesta quarta-feira (16). O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) agiu com o objetivo de assegurar o direito fundamental à educação e a proteção integral do adolescente, conforme decisão judicial proferida no âmbito de medida de proteção.O caso teve início após o encaminhamento ao MPMT de informações sobre a ausência de frequência escolar do adolescente. Durante a apuração, diversos órgãos da rede de proteção realizaram tentativas de acompanhamento da família, mas as medidas não obtiveram êxito. Relatórios apontaram que o adolescente acumulava elevado número de faltas escolares e que a responsável não colaborava com as ações de acompanhamento promovidas pelos órgãos competentes.Diante da situação, a Justiça determinou o acolhimento institucional do adolescente, além da expedição de mandado de busca e apreensão para viabilizar o cumprimento da medida protetiva. A decisão considerou que os direitos da criança e do adolescente estavam em situação de risco e que o acolhimento era necessário para garantir proteção e acesso a direitos fundamentais.Durante o cumprimento da ordem judicial, que contou com a participação de integrantes da rede de proteção, agentes da Infância e Juventude, Conselho Tutelar e apoio da Polícia Militar, o adolescente não foi localizado. No entanto, foram identificadas outras duas crianças da família que também estavam fora da escola.Em nova diligência realizada pelo Ministério Público, a responsável pela família foi questionada sobre o paradeiro dos filhos, mas se recusou a fornecer informações. Diante dos fatos constatados e da situação envolvendo a ausência de matrícula e frequência escolar dos três filhos, ela foi conduzida à autoridade policial para as providências cabíveis relacionadas à apuração de abandono intelectual.

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Foto: Reprodução YouTube.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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