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Educação é chave para prevenir violência doméstica, afirma promotor

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O promotor de Justiça Rodrigo da Silva, participou de uma roda de conversa sobre violência doméstica, nesta quinta-feira (23), realizada na Escola Pestalozzi Renascer, em Juína (730 km de Cuiabá). O evento também contou com a presença de mães, que participaram ativamente das reflexões e aproveitaram a oportunidade para esclarecer dúvidas.Segundo o promotor de Justiça, o diálogo fortalece a integração entre escola, família e a rede de enfrentamento à violência doméstica, ampliando a conscientização e a prevenção.“O combate à violência doméstica não depende apenas da punição, mas também da conscientização. É preciso envolver escola, família e comunidade para mudar essa realidade. Conversar sobre igualdade e respeito desde cedo é uma forma eficaz de prevenir a violência e garantir que as próximas gerações cresçam livres de preconceitos”, destacou o promotor de Justiça.A ação reuniu representantes da Polícia Civil, Polícia Militar, profissionais da saúde, Centro de Referência de Assistência Social (Creas) e equipe escolar, com o objetivo de promover diálogo e conscientização sobre a importância do respeito e da igualdade entre homens e mulheres.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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