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Justiça e democracia são destaque em discurso de nova promotora

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A oportunidade de promover a justiça e de atuar na defesa do regime democrático e na busca por uma sociedade mais justa foi destacada pela representante da turma dos 11 novos promotores de Justiça substitutos, Fabiane Oliveira Scarcelli de Moraes, como uma importante missão da carreira institucional. A solenidade de posse ocorreu nesta sexta-feira (30), no auditório das Promotorias de Justiça de Cuiabá, com a participação de representantes de várias instituições, poderes, amigos e familiares dos empossados.

“Ser membro desta instituição é uma missão nobre. Nobre não por outro motivo, senão pela oportunidade que realmente temos de promover a justiça e servir, servir a inúmeros propósitos grandiosos e permanentes como manter e defender o regime democrático, resgatar valores, preservá-los, garantir direitos e agir, incansavelmente, na busca por uma sociedade mais justa”, enfatizou a promotora de Justiça substituta.

Ela enfatizou ainda a necessidade de os novos membros serem acessíveis e preservarem a confiança da sociedade. “Jamais podemos nos esquecer que assumimos neste momento a obrigação de servir. No entanto, sem subserviência. Devemos nos despir de nossas vaidades para nos tornarmos acessíveis, para que todos tenham a oportunidade de recorrer ao Ministério Público. Inúmeras pessoas vêm no MP a última e única chance de ter voz e vez. Portanto, cuidemos precipuamente dos interesses do cidadão. Preservemos a confiança da sociedade nesta instituição”, observou.

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Abordou também a importância do diálogo institucional e incentivo à negociação. “É importante que tenhamos consciência que a nossa atuação será construída diariamente, com o olhar atento voltado ao ambiente em que estamos inseridos. Com diálogo institucional e incentivo à negociação que por vezes é o melhor instrumento para uma atuação resolutiva e efetiva. Que sejamos os olhos, os ouvidos e a esperança de inúmeros mato-grossenses. Que tenhamos humildade e empatia. Que consigamos dar o nosso melhor, enfrentando desafios e assumindo responsabilidades, que honremos a beca e a faixa vermelha que hoje carregamos no peito”, acrescentou. 

Além da representante da turma, também assumiram o cargo de promotor de justiça substituto Adalberto Biazotto Junior, Ana Flávia de Assis Ribeiro, Bruna Caroline de Almeida Affornalli, Bruno Barros Pereira, Clarisse Moraes de Ávila, Daniela Moreira Augusto, Marco Antônio Prado Nogueira Perroni, Marina Refosco Tanure e Raphael Henrique de Sena Oliveira e Rodrigo da Silva.

Crédito da Foto: Chico Ferreira

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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