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Mandados são cumpridos em operação após representação do MPMT e Defaz

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Representação formulada pela 14ª Promotoria Criminal de Cuiabá – Administração Pública e Ordem Tributária, em conjunto com a Delegacia Especializada em Crimes Fazendários e Contra a Administração Pública (Defaz), resultou na Operação “Rent-A-Business” deflagrada nesta quarta-feira (7), para cumprimento de treze mandados de busca e apreensão contra pessoas físicas e jurídicas investigadas por envolvimento em Crimes Contra a Ordem Tributária. Após a representação, as ordens judiciais foram expedidas pelo (Nipo). As investigações foram conduzidas pela Defaz e pela Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz-MT).Segundo o apurado, o grupo investigado movimentou, por meio de empresas fictícias, montantes superiores a R$ 7,6 bilhões em notas fiscais eletrônicas, com recolhimento efetivo de tributos em patamar extremamente inferior, evidenciando simulação de operações comerciais com a finalidade de ocultação da origem das mercadorias e evasão fiscal, configurando, em tese, Crime Contra a Ordem Tributária, associação criminosa e falsidade documental.Os mandados estão sendo cumpridos em Cuiabá, Sinop, Chapada dos Guimarães e Cláudia, e nos municípios de Novo Progresso (PA) e Itapema (SC). A operação conta com o apoio da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor-MT), Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema-MT), Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO-MT), Delegacia Municipal de Chapada dos Guimarães, Delegacia Regional de Sinop, Delegacia de Cláudia, Polícia Civil do Estado de Santa Catarina e da Polícia Civil de Novo Progresso.A atuação está alinhada ao planejamento estratégico do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira) do Estado de Mato Grosso, com atuação integrada de diversos órgãos estatais. Instituído por meio do Decreto nº 28/2015, o Cira é integrado pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Secretaria de Estado de Segurança Pública, Secretaria de Estado de Fazenda, Procuradoria-Geral do Estado e Controladoria-Geral do Estado. O comitê foi criado com a finalidade de propor medidas judiciais e administrativas para o aprimoramento das ações e efetividade na recuperação de ativos de titularidade do Estado.(Com informações da PJC-MT)

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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