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Mineração no Rio Peixoto será debatida em Audiência Pública pelo MPMT

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Os impactos ambientais decorrentes das atividades de mineração no Rio Peixoto e a implementação de medidas de controle e fiscalização estarão em debate no dia 3 de julho, às 18h, no plenário da Câmara Municipal de Peixoto de Azevedo (a 672,9 km de Cuiabá).O evento é uma realização da 1ª Promotoria de Justiça Cível, em conjunto com a Promotoria de Justiça de Matupá, e tem por objetivo coletar, junto à sociedade civil e ao Poder Público, informações que subsidiem a atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso.A audiência pública tem como público-alvo representantes de entidades ambientais, universidades, associações comunitárias, órgãos ambientais e de controle, Ministério Público Federal, cooperativas, entidades de classe, lideranças e as prefeituras de Matupá e Peixoto de Azevedo, além de toda a sociedade civil.A consulta será presidida pela promotora de Justiça Fernanda Luckmann Saratt, responsável pela condução dos trabalhos. Cada órgão e autoridade presente poderá se manifestar presencialmente, mediante inscrição prévia.Na ocasião, serão debatidas estratégias para a regulação ambiental das balsas e apresentadas propostas concretas para a mitigação dos danos ambientais. Também serão discutidas medidas para a formalização de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a Cooperativa dos Garimpeiros de Peixoto (Cooperio), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e o Ministério Público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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