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MPMT cria comunidade no Whatsapp para divulgar atuação institucional

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso criou comunidade na rede social Whatsapp para se comunicar de forma mais ágil com os jornalistas que atuam em veículos de comunicação da capital e interior do estado. Caso queira fazer parte e receber as notícias relacionadas à atuação institucional, clique aqui.

A ampliação dos canais de aproximação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso com a sociedade faz parte do plano de gestão do atual procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior. “Temos buscado diversos mecanismos de aproximação da sociedade para ouvir as suas demandas e exercermos as nossas atribuições de forma eficiente, acessível, transparente e resolutiva”, afirmou.

O procurador-geral de Justiça destaca que, ao longo dos anos a instituição vem se amadurecendo quanto à democratização e à ampliação do acesso pela sociedade ao processo de construção das prioridades de atuação. Ele ressalta que quase seis mil pessoas atenderam ao chamado institucional, respondendo ao questionário e apresentando as suas principais demandas nas cinco áreas finalísticas para a construção do próximo ciclo do Planejamento Estratégico Institucional.

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O MPMT contou ainda com a participação expressiva da população nas escutas sociais realizadas pelos promotores e promotoras de Justiça em 71 municípios. O levantamento do diagnóstico incluiu ainda a análise de informações do MPMT + Social, plataforma que reúne dados oficiais de várias instituições.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT investiga contratações temporárias na Educação

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A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições de contratação de profissionais da educação nas redes estadual de Mato Grosso e municipais de Cuiabá e Acorizal. O objetivo é verificar a realização de concursos públicos ou processos seletivos, bem como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), política criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026 para aprimorar a seleção de professores da educação básica no país.Conforme o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, a iniciativa busca levantar informações para avaliar a possível dependência de contratações temporárias, a eventual ausência de concursos públicos regulares, a adesão à política nacional de seleção de docentes (PND) e a existência de planejamento estruturado para a valorização da carreira.O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determinou o envio de ofícios à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), e às secretarias municipais de Educação de Cuiabá e de Acorizal, requisitando informações como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), ou, em caso negativo, as justificativas e a previsão de adesão; a data de realização do último concurso público ou processo seletivo; e a existência de previsão para novas seleções, com a apresentação de cronograma.As instituições também deverão encaminhar relação atualizada dos profissionais da educação, com detalhamento por função, local de lotação e tipo de vínculo (efetivo ou temporário). O MPMT requisitou ainda informações sobre o planejamento de políticas de valorização da categoria, incluindo estruturação de carreiras, recomposição do quadro efetivo e adoção de processos seletivos mais técnicos, transparentes e impessoais.O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior considerou que que dados do Censo Escolar indicam que, nos últimos anos, tem havido aumento no número de professores temporários no país, em desacordo com a previsão constitucional e legal. Em algumas redes estaduais, mais de 70% do corpo docente possui vínculo precário.Considerou também levantamento baseado em painel de Business Intelligence (BI) do MEC aponta que Cuiabá está classificada como Prioridade 3, com 5,5% de inadequação docente, 83% de profissionais concursados e último concurso realizado entre seis e oito anos. Já o município de Acorizal também figura na Prioridade 3, com 53,5% de inadequação docente, 64% de profissionais concursados e ausência de informações sobre o último concurso público na área da educação, bem como sobre a existência de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para a categoria.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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