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MPMT cria comunidade no Whatsapp para divulgar atuação institucional

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso criou comunidade na rede social Whatsapp para se comunicar de forma mais ágil com os jornalistas que atuam em veículos de comunicação da capital e interior do estado. Caso queira fazer parte e receber as notícias relacionadas à atuação institucional, clique aqui.

A ampliação dos canais de aproximação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso com a sociedade faz parte do plano de gestão do atual procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz Junior. “Temos buscado diversos mecanismos de aproximação da sociedade para ouvir as suas demandas e exercermos as nossas atribuições de forma eficiente, acessível, transparente e resolutiva”, afirmou.

O procurador-geral de Justiça destaca que, ao longo dos anos a instituição vem se amadurecendo quanto à democratização e à ampliação do acesso pela sociedade ao processo de construção das prioridades de atuação. Ele ressalta que quase seis mil pessoas atenderam ao chamado institucional, respondendo ao questionário e apresentando as suas principais demandas nas cinco áreas finalísticas para a construção do próximo ciclo do Planejamento Estratégico Institucional.

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O MPMT contou ainda com a participação expressiva da população nas escutas sociais realizadas pelos promotores e promotoras de Justiça em 71 municípios. O levantamento do diagnóstico incluiu ainda a análise de informações do MPMT + Social, plataforma que reúne dados oficiais de várias instituições.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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