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MPMT divulga edital para cargo de Promotor de Justiça Substituto

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) publicou, nesta terça-feira (17), o edital de abertura do concurso público para provimento do cargo de Promotor de Justiça Substituto. O certame disponibiliza oito vagas imediatas, além da formação de cadastro de reserva. O subsídio para o cargo de promotor de Justiça substituto é de R$ 37.765,55. Conforme o edital, as inscrições estarão abertas das 16h do dia 23 de março de 2026 às 16h do dia 21 de abril de 2026, de acordo com o horário oficial de Brasília. O procedimento deverá ser realizado exclusivamente pela internet, no endereço eletrônico https://conhecimento.fgv.br/concursos/mpmt. O valor da taxa de inscrição é de R$ 400,00.O concurso contará com cinco fases sucessivas, iniciando pela prova preambular objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, seguida pelas provas discursivas, pela inscrição definitiva, pela prova oral e, por fim, pela avaliação de títulos. A prova preambular objetiva será realizada na provável data de 14 de junho de 2026, das 13h às 18h, segundo o horário oficial de Brasília, e aplicada nas cidades de Cuiabá e São Paulo. As provas discursivas ocorrerão nos dias 16 e 17 de agosto de 2026, em dois turnos, exclusivamente em Cuiabá. Elas serão aplicadas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O edital destaca ainda que as datas e horários poderão sofrer alterações por necessidade da organização, sendo eventuais mudanças amplamente divulgadas pelos canais oficiais do MPMT.As informações sobre as fases subsequentes serão publicadas posteriormente, acompanhando o andamento do certame. Confira aqui o edital. Saiba tudo sobre o concurso aqui.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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