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MPMT lançará projeto Arte da Luta para prevenir violência infantil

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio das Promotorias de Justiça Cível e Criminal de Mirassol D’Oeste, anuncia o lançamento do Projeto Social “Arte da Luta”, uma iniciativa que une esporte, educação e cidadania para fortalecer a cultura de paz e prevenir a violência entre crianças em situação de vulnerabilidade social. O projeto, que será desenvolvido no município, tem início previsto para março deste ano e será realizado no Centro Educacional Municipal Vereador Edson Athier Almeida Tamandaré, em parceria com a Prefeitura de Mirassol D’Oeste, Secretaria Municipal de Educação e outras instituições locais. O “Arte da Luta” foi concebido como um programa de formação integral voltado para crianças de 6 a 10 anos, oferecendo aulas regulares de jiu-jítsu, rodas de conversa sobre cidadania, ética, prevenção à violência, importância dos estudos e fortalecimento dos vínculos familiares, além de participação em campeonatos e ações comunitárias. A proposta vai além da prática esportiva. O projeto utiliza a disciplina, o respeito e a superação presentes nas artes marciais como ferramentas de desenvolvimento intelectual, emocional e social, funcionando como um mecanismo de proteção contra a cooptação de jovens pelo crime organizado violento. Segundo o MPMT, a iniciativa é uma resposta direta ao avanço da criminalidade que afeta crianças e adolescentes, especialmente aqueles expostos a contextos de risco. A missão do projeto é preparar uma nova geração para enfrentar adversidades, prevenir situações de violência e promover uma cultura de paz, formando cidadãos mais conscientes, resilientes e comprometidos com o bem coletivo. Entre os objetivos estão reduzir índices de vulnerabilidade social, melhorar a autoestima e o comportamento dos participantes, fortalecer vínculos familiares e comunitários e diminuir a evasão escolar. Inicialmente, o projeto atenderá 30 crianças matriculadas na unidade escolar parceira, com previsão de ampliação para mais uma turma, totalizando 60 participantes. A metodologia inclui ainda reuniões com pais e responsáveis e o acompanhamento contínuo do impacto social por meio de indicadores como permanência escolar, disciplina e engajamento comunitário.“O Projeto Arte da Luta nasce como uma ação estratégica do Ministério Público para proteger nossas crianças e afastá-las das vulnerabilidades que favorecem a violência e o aliciamento pelo crime organizado. Nosso compromisso é com a prevenção primária e a formação cidadã”, destacou a promotora de Justiça Natália Guimarães Ferreira. Foto: Júlio Cisar Bassareti

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 16 anos por tentativa de homicídio qualificado

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O Tribunal do Júri da Comarca de Diamantino (a 184 km de Cuiabá) condenou Alisson Rodrigues dos Santos a 16 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado, por tentativa de homicídio qualificado. A sentença foi proferida nesta quinta-feira (11).O Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e a autoria do crime, acolhendo as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.A promotora de Justiça Rhyzea Lucia Cavalcanti de Morais representou o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) durante o julgamento em plenário.O réu foi condenado por um crime cometido em 5 de dezembro de 2016. Na ocasião, ele invadiu a residência da vítima, Carlos Camargo, localizada no bairro Popino, em Diamantino. Conforme apurado nas investigações, a vítima dormia sozinha no imóvel quando foi surpreendida pelo agressor e por um comparsa não identificado.A vítima foi atingida por diversos golpes de arma branca, sofrendo lesões de extrema gravidade na região da cabeça, do tórax e dos membros. Em decorrência das agressões, houve a amputação traumática do punho e da mão esquerda do ofendido. Após a consumação dos ataques, os autores deixaram o local acreditando que a vítima já se encontrava morta, uma vez que havia perdido a consciência em razão da intensa violência empregada.Ainda de acordo com a denúncia, após recobrar os sentidos, a vítima conseguiu sair à rua para pedir socorro. Ela foi encaminhada para atendimento médico de urgência e permaneceu internada por aproximadamente três semanas em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).Na dosimetria da pena, foram considerados os maus antecedentes e a reincidência do réu, além das graves consequências do crime, que causaram debilidade permanente e incapacidade para o exercício das atividades habituais da vítima.A juíza presidente do Tribunal do Júri, Janaína Cristina de Almeida, negou ao condenado o direito de recorrer em liberdade e determinou o cumprimento imediato da pena.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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