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Ouvidoria Itinerante visita dois municípios na próxima semana

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O projeto estratégico Interiorização da Ouvidoria Itinerante visitará os municípios de Figueirópolis D’Oeste e Curvelândia, na próxima semana, com objetivo de oferecer atendimentos na área da Cidadania e de levantar demandas que afetam coletivamente a comunidade relacionadas à saúde, educação, segurança, meio ambiente, crianças e adolescentes, pessoa idosa, consumidor, pessoa com deficiência, infraestrutura e combate à criminalidade. O Ministério Público de Mato Grosso e parceiros farão atendimentos das 8h às 12.

Em Figueirópolis D’Oeste, município pertencente à comarca de Jauru, o atendimento será no dia 16 de abril (terça-feira), no Barracão Joaquim Cuca (Rua Espírito Santo, s/nº, Centro). Entre os serviços disponibilizados estão regularização do cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), exame de glicemia, nutricionista, psicóloga, roda de conversa com idosos, orientação sobre lixo reciclável, atualização do Bolsa Família, documento de identidade, informações sobre crimes envolvendo violência doméstica e delitos cibernéticos.

Em Curvelândia, município ligado à comarca de Mirassol D’Oeste, o atendimento será no dia 17 de abril (quarta-feira), na Escola Municipal Carlos Masson Neto (Rua São Paulo, s/nº, Jardim Paulista). Serão ofertados serviços em parceria com o Conselho Tutelar, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Defensoria Pública, Centro de Referência de Assistência Social (Cras), Secretaria de Saúde e Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc).

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Em 2023, o​​​​ projeto Interiorização da Ouvidoria Itinerante já visitou os municípios de Acorizal, Alto Paraguai, Barão de Melgaço e Dom Aquino.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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