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Projeto promove saúde mental dos servidores penitenciários de MT

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O Centro de Apoio Operacional da Execução Penal (CAO-EP), do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), em parceria com a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), lançou nesta quarta-feira (30) o projeto “Profissionais do Sistema Penitenciário – Promovendo Saúde Mental e Bem-Estar”. A iniciativa, voltada à valorização e ao cuidado com a saúde mental dos servidores das unidades prisionais do Estado, foi apresentada na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá.De acordo com a procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente, coordenadora do CAO Execução Penal, o projeto prevê a realização de rodas de conversa, campanhas de sensibilização, ações educativas e estratégias de escuta ativa, com o objetivo de construir ambientes laborais mais acolhedores e humanos.“Hoje marcamos o início de uma proposta voltada à promoção do bem-estar, à melhoria das relações interpessoais e à conscientização sobre os impactos do adoecimento psíquico no cotidiano profissional e pessoal dos trabalhadores que atuam na linha de frente do sistema penal”, disse a procuradora de Justiça.Conforme cronograma, o projeto “Profissionais do Sistema Penitenciário – Promovendo Saúde Mental e Bem-Estar” será ampliado gradualmente para outras unidades prisionais de Mato Grosso, com foco na promoção de ambientes colaborativos visando à integração entre equipes.A participação institucional da Sejus foi representada pela coordenadora da Coordenadoria de Aplicação, Desenvolvimento, Saúde e Segurança, Alcedina Tereza Pedroso de Arruda Alves, e pela psicóloga Naila Cristina de Souza. As profissionais reforçaram a importância da valorização dos servidores e a atenção à saúde mental dos profissionais do sistema penitenciário.Também participaram da apresentação a policial penal Waldicele Maria de Arruda Duarte e a psicóloga Vitória Harumi Pinheiro Yoshida, ambas integrantes da equipe responsável pela execução das ações.A gestão da unidade prisional demonstrou apoio integral à iniciativa, destacando o compromisso com o bem-estar dos servidores. Estiveram presentes a diretora Adriana Cândida Batista Prazer, a subdiretora Mayalu Neponuceno de Oliveira Gallio, a gerente Jemima Camargo de Souza e o superintendente Anderson Santana da Costa.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP pede júri para motorista acusado de morte no trânsito

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) denunciou à Justiça Hercílio Junio Freitas Cordeiro pelos crimes de homicídio qualificado consumado, tentativa de homicídio qualificado e delitos previstos no Código de Trânsito Brasileiro relacionados à condução de veículo sob efeito de álcool, fuga do local do acidente e direção sem habilitação. A denúncia foi apresentada pela promotora de Justiça Élide Manzini de Campos, da 2ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital – Núcleo de Defesa da Vida.Conforme a denúncia, os fatos ocorreram na madrugada de 30 de agosto de 2026, na Avenida Isaac Póvoas, em Cuiabá. O Ministério Público sustenta que o denunciado, mesmo sem possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e sob efeito de álcool, assumiu o risco de produzir resultados letais ao conduzir uma BMW em velocidade extremamente superior à permitida para a via.Segundo a peça acusatória, o primeiro impacto ocorreu no cruzamento da Avenida Isaac Póvoas com a Avenida Presidente Marques, quando a BMW atingiu a traseira da motocicleta conduzida por G. N. M., que aguardava a abertura do sinal vermelho. O motociclista sofreu lesões, mas sobreviveu. De acordo com o Ministério Público, após a colisão, o motorista deixou o local sem prestar socorro.Ainda conforme as investigações, logo depois do primeiro acidente, o denunciado teria acelerado ainda mais para fugir da responsabilização pelo ocorrido. A denúncia aponta que o veículo foi registrado por equipamento eletrônico trafegando a 177 km/h, em um trecho cujo limite máximo é de 50 km/h. Cerca de 700 metros adiante, a BMW colidiu contra a motocicleta conduzida por Paulo Messias Simão Costa, 23 anos, que morreu no local em decorrência dos graves ferimentos sofridos.O Ministério Público destaca que as investigações indicaram que o denunciado havia ingerido bebida alcoólica em uma casa noturna da capital antes de assumir a direção do automóvel. Testemunhas relataram sinais visíveis de embriaguez e comportamento agressivo. A acusação também menciona que, após o segundo acidente, o motorista abandonou o veículo e permaneceu foragido até se apresentar à polícia dias depois.Na denúncia, a promotora de Justiça sustenta que os crimes foram praticados mediante recurso que dificultou a defesa das vítimas, já que ambas trafegavam regularmente e foram atingidas pela traseira, sem possibilidade de reação. Em relação à morte de Paulo Messias Simão Costa, o MPMT também atribui ao caso as qualificadoras de perigo comum e de homicídio praticado para assegurar a impunidade de outro crime.O Ministério Público requer que o acusado seja submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri, além da fixação de valor mínimo de R$ 1 milhão para reparação dos danos causados às vítimas e familiares. Também pede a aplicação do efeito da condenação consistente na inabilitação para dirigir veículo automotor.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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