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Seis projetos do MPMT concorrem a premiação nacional

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Seis projetos desenvolvidos pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso concorrem ao Prêmio Innovare 2024, que está em sua 21ª edição. Eles foram apresentados à consultora do prêmio em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Rubia Salah Ayoub, na manhã desta segunda-feira (08).

A subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Claire Vogel Dutra, ressaltou que as iniciativas buscam maior eficiência e resolutividade na atuação do MP. Um dos exemplos é o Núcleo ANPP – Acordo de Não Persecução Penal, que conseguiu dar celeridade no andamento processual de forma significativa. “Com o núcleo, temos um corpo técnico exclusivo para tratar destes processos, que hoje são finalizados num prazo de 4 a 6 meses”.

Além do Núcleo ANPP, também concorrem ao prêmio Innovare 2024 os projetos: Centro de Apoio Administrativo – CAAD Interior; Projeto Otimizar, Padronizar e Simplificar – OPS Interiorização; Banco de Cadastro de Projetos, Fundos e Entidades (Bapre); Caliandra: atendimento especializado às mulheres em situação de violência e Diálogos com a Sociedade.

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Em 2024, o Innovare comemora 20 anos de existência. Nesse período, já destacou através de prêmios e homenagens 284 iniciativas, promovendo e estimulando a replicação das boas práticas da justiça brasileira em todo o país. Em dezembro de 2019, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso recebeu o 16º Prêmio Innovare com o projeto “Olhos da Mata – Coibindo o Desmatamento Ilegal em Tempo Próximo ao Real”.

Na ocasião, o projeto concorreu com outras 165 práticas do país na mesma esfera. Os projetos vencedores deste ano  devem ser conhecidos em meados de outubro.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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