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Vídeos e material explicativo facilitam compreensão de Cadeia de Valor

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Foi divulgado nesta quarta-feira (23) o terceiro e último vídeo com exemplos práticos relacionados à Cadeia de Valor Integrada (CVI), instituída recentemente pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso. O objetivo é apresentar à sociedade a sistematização de rotinas implementadas pela instituição e o caminho percorrido até a entrega dos serviços aos cidadãos.

Foi disponibilizado ainda no site institucional material com a apresentação da Cadeia de Valor Integrada do MPMT (Acesse aqui). A elaboração da Cadeia de Valor Integrada se deu pelo Departamento de Planejamento e Gestão/Gerência de Processos Organizacionais e Subprocuradoria-Geral de Justiça de Planejamento e Gestão (SUBPLAN) em conjunto com a consultoria da professora Nicir Chaves (Consultora e servidora do Ministério da Economia).

Objetivos – Otimizar trâmites internos e garantir mais celeridade no atendimento às demandas da sociedade. Estes são alguns dos objetivos da Cadeia de Valor, instituída pelo Ministério Público de Mato Grosso. Trata-se uma ferramenta de gestão inovadora, que identificou e estruturou todos os processos organizacionais desenvolvidos dentro da instituição, distribuídos em três áreas: finalística, gerenciais e de suporte.

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Esse detalhamento das atividades, uma espécie de mapa, permite à administração identificar pontos de melhoria e promover mudanças que resultem na eliminação de gargalos e redução de custos, com melhor aproveitamento do dinheiro público e maior celeridade no atendimento às demandas da comunidade.

Assista aos vídeos

Vídeo 03Cadeia de Valor detalha atividades até entrega dos serviços à comunidade

Vídeo 02Cadeia de Valor otimiza serviços e garante celeridade nos atendimentos

Vídeo 01 Cadeia de Valor organiza e estrutura atividades desenvolvidas pelo MPMT

Fonte: MP MT

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Júri condena réu a 48 anos por feminicídio e homicídio qualificado

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O Tribunal do Júri da Comarca de São José dos Quatro Marcos (315 km de Cuiabá) condenou, nesta quarta-feira (22), Millykovik de Almeida Pereira a 48 anos, 7 meses e 10 dias de reclusão, em regime fechado. O réu foi responsabilizado por duplo homicídio qualificado, sendo um deles reconhecido como feminicídio, cometido no contexto de violência doméstica e familiar, com emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas.O julgamento contou com a atuação do promotor de Justiça Jacques de Barros Lopes, que representou o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) durante a sessão plenária e sustentou a tese acusatória, defendendo o reconhecimento das qualificadoras descritas na denúncia.De acordo com a acusação, o crime ocorreu na madrugada do dia 26 de junho de 2025, por volta das 3h40, em uma residência localizada na Rua Fortaleza, nas imediações do Mini Estádio Municipal de São José dos Quatro Marcos. As vítimas foram Marielly Ferreira Campos, de 16 anos, companheira do réu, e Wallisson Rodrigo Scapin Gasques, de 25 anos.Conforme apurado nas investigações, o réu mantinha um relacionamento amoroso com a adolescente, mas tinha conhecimento de que ela também se envolvia afetivamente com a outra vítima, situação que já havia motivado desentendimentos anteriores. Na madrugada dos fatos, ao se dirigir até a residência onde Marielly se encontrava, Millykovik de Almeida Pereira flagrou a jovem e Wallisson juntos em um dos cômodos da casa.Dominado por intenso sentimento de raiva, ciúmes e inconformismo, o acusado empunhou uma faca e desferiu diversos golpes contra as duas vítimas. O Ministério Público sustentou que o ataque ocorreu de forma repentina, durante a madrugada, em ambiente fechado, impedindo qualquer possibilidade de defesa ou reação das vítimas.Durante o julgamento, os jurados acolheram integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público, reconhecendo o feminicídio em razão da condição do sexo feminino da vítima Marielly, no contexto da violência doméstica e familiar, além do motivo torpe e do recurso que dificultou a defesa das vítimas.Diante da gravidade dos fatos, o Juiz Presidente fixou a pena em patamar elevado, determinando o cumprimento em regime fechado e a manutenção da prisão do réu.“Trata-se de uma condenação que reafirma o compromisso do sistema de Justiça com a proteção da vida das mulheres e com o enfrentamento à violência doméstica e familiar. Além disso, a pena aplicada reflete a gravidade dos fatos e a forma covarde como o crime foi cometido”, destacou o promotor de Justiça.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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