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Deputada Janaina Riva faz homenagens para 13 pessoas

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A presidente em exercício da Assembleia Legislativa (ALMT), deputada Janaina Riva (MDB) homenageou, na manhã desta sexta-feira (17), integrantes do Rotary Club de Cuiabá e pessoas que contribuíram e contribuem para o desenvolvimento e crescimento em Mato Grosso. As 13 homenagens foram feitas em ato solene realizado na sala do Colégio de Líderes da Assembleia Legislativa.

No ato solene foram entregues uma comenda Filinto Müller, um Título de Cidadão Mato-grossense e 11 Moções de Aplausos. A comenda Filinto Müller foi entregue ao delegado de Polícia Civil, Eugênio Rudy Júnior, lotado no município de Chapada dos Guimarães.

O delegado falou em nome dos homenageados. Segundo ele, a honraria concedida pela Assembleia Legislativa coroa todo o trabalho realizado pelas pessoas em prol da sociedade mato-grossense.

“No meu caso quero compartilhar a honraria com as esquipes (Lucas do Rio Verde, e Sorriso) e hoje com a equipe de Chapada dos Guimarães. Eles não mediram esforços para trazer resultados positivos à população. É um momento impar e feliz para minha carreira, quando somos reconhecidos pelo trabalho realizado pela Polícia Civil de Mato Grosso”, disse Eugênio Rudy.

A atual presidente do Rotary Club de Cuiabá – a mais antiga entidade filantrópica de Mato Grosso com 83 anos de fundação – Maria de Lurdes Sella, disse que o Rotary é uma instituição histórica e global porque está presente em mais de 270 países. No Brasil, segundo ela, são 53 Distritos e que em Mato Grosso, o Distrito conta com 92 Clubes.

“Aqui em Cuiabá e Várzea Grande, que engloba a área 1, existem 12 Clubes. Por isso, a homenagem agrega um valor grande a minha biografia, porque os trabalhos prestados ao Rotary estão sendo reconhecidos. A homenagem nos dá estimulo para trabalhar cada vez mais em prol da comunidade através do Rotary”, disse Sella.

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A deputada Janaina Riva disse que as homenagens são jutas porque vêm ao encontro dos trabalhos desenvolvidos pelas pessoas, tirando-as do anonimato. As honrarias da Assembleia Legislativa são para reconhecer as pessoas que trabalham, muitas vezes, sem ganhar nada pelo serviço prestado ao estado. Riva disse que o intuito é o de valorizar o que está sendo feito por eles, e assim estimular a sociedade à prática do voluntariado.

“Muitas vezes, onde o Estado não consegue chegar, o Rotary está. Essas parcerias deveriam ser ampliadas. Isso por parte do próprio Estado que não é eficiente à altura do que a população almeja. Não é demérito em reconhecer isso. Se existe por meio da iniciativa privada de ter um braço do estado e vejo isso com a possibilidade de descentralizar os trabalhos que o estado de deveria executar”, disse Janaina Riva.

Um dos homenageados com Moção de Aplausos, Luiz Carlos Culca Nogueira, que será a partir de 1º de julho de 2024 o próximo presidente do Rotary Club Cuiabá, disse que as homenagens devem influenciar em seu trabalho frente à presidência do Rotary.

“Vai impactar porque assumo o cargo em 1º de julho e dá um ânimo maior, porque desde os 12 anos de idade já faço trabalho como voluntário através da igreja evangélica. Mas servir o Rotary e receber uma homenagem significa que a entidade está no caminho certo em ajudar as pessoas”, disse Culca.

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Outra homenageada com a Moção de Aplauso foi Luciane Aparecida da Silva Leite de Souza, ela está à frente do trabalho social realizado no bairro São Gonçalo III – Coxipó/Cuiabá – Sopão do Dudu. Segundo ela, o trabalho filantrópico começou ajudando 12 pessoas do distrito de Mimoso – município de Santo Antônio de Leverger. Mas hoje, já atende 130 famílias.

“Elas não tinham o que comer. No começo dávamos a janta às pessoas. Mas com o passar do tempo, esse trabalho foi estendendo e, hoje, atendemos 130 famílias. O que a gente ganha é oferecido a elas. Hoje, o projeto trabalha também na alfabetização de idosos. Mas no São Gonçalo III não tem somente isso. É um bairro vulnerável, que nem existe no mapa de Cuiabá. É periférico. Mas temos um sonho de torná-lo comunidade e reconhecido pela sociedade cuiabana e pelas autoridades políticas ”, disse Luciane Souza.

Abaixo as pessoas homenageadas pela deputada Janaina Riva.

Comenda Filinto Müller

Eugênio Rudy Júnior

Título de Cidadão Mato-grossense

Diego Pereira Felipe

Moções de Aplausos do Rotary Club

Luiz Carlos Culca Nogueira

Maria de Lurdes Sella

Adilson Azevedo da Costa

Nilton Lourenço

José Ival de Souza

Rute Ventura de Souza

Governadores – Distrito 4440

Felício José dos Santos

Fernando Dalmollim

Antônio José Zago

Serafim Carvalho de Mello

Entidade filantrópica em Cuiabá:

Luciane Aparecida da Silva Leite de Souza


Secretaria de Comunicação Social

Telefone: (65) 3313-6283

E-mail: [email protected]


Fonte: ALMT – MT

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Leis aprovadas pela ALMT reforçam combate ao cigarro e alertam sobre riscos do vape à saúde

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O Dia Mundial sem Tabaco, lembrado em 31 de maio, reforça a importância da conscientização sobre os danos causados pelo cigarro convencional e pelos dispositivos eletrônicos para fumar, conhecidos como vapes, pods ou cigarros eletrônicos. Em Mato Grosso, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) possui legislações voltadas à proteção da saúde pública e ao combate ao tabagismo, além de promover ações de cuidado e prevenção por meio do QualiVida – Programa de Saúde e Qualidade de Vida da ALMT.

Entre as legislações em vigor está a Lei nº 9.256/2009, que proíbe o consumo de cigarros, charutos, cachimbos e outros produtos fumígenos em ambientes coletivos públicos e privados fechados no estado. A norma também determina a criação de ambientes livres de fumaça e prevê medidas de fiscalização e orientação.

Mais recentemente, a Assembleia aprovou a Lei nº 12.302/2023, de autoria da deputada estadual Sheila Klener (PSDB), que ampliou as restrições aos Dispositivos Eletrônicos para Fumar (DEFs), proibindo o uso de cigarros eletrônicos em ambientes coletivos. A legislação inclui produtos conhecidos como e-cigarettes, vapes e pods, utilizados como alternativa ao cigarro convencional ou apresentados como tratamento para o tabagismo.

Para o pneumologista João Paulo Jajah Nogueira, que atua no QualiVida da ALMT, além do tratamento, as políticas públicas e a informação de qualidade são fundamentais no combate ao tabagismo.

“As leis que restringem o uso do cigarro e dos dispositivos eletrônicos ajudam a proteger a população, reduzem a exposição passiva à fumaça e contribuem para evitar que o hábito de fumar seja normalizado entre adolescentes e jovens”, destacou.

O médico alerta que o tabagismo continua sendo uma das principais causas evitáveis de doenças e mortes no mundo.

“O cigarro contém milhares de substâncias tóxicas, muitas delas cancerígenas. A nicotina provoca dependência intensa, enquanto outras substâncias causam inflamações, lesões pulmonares e doenças cardiovasculares”, explicou.

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Segundo o especialista, entre as doenças mais associadas ao tabagismo estão câncer de pulmão, bronquite crônica, enfisema pulmonar, infarto, AVC e hipertensão arterial. Ele também destacou os prejuízos causados pelo tabagismo passivo.

“Pessoas que convivem diariamente com fumantes também adoecem. Crianças, idosos e gestantes estão entre os mais vulneráveis aos efeitos da fumaça”, afirmou.

O pneumologista chama atenção ainda para o crescimento do uso de cigarros eletrônicos entre adolescentes e jovens adultos. Apesar de muitas vezes serem divulgados como menos prejudiciais, os dispositivos eletrônicos apresentam riscos graves à saúde.

“Muitos jovens acreditam que estão inalando apenas vapor de água, mas esses dispositivos possuem nicotina, metais pesados e substâncias químicas capazes de causar inflamação pulmonar importante e dependência química”, alertou João Paulo.

Entre os principais problemas associados ao uso de vape estão tosse persistente, falta de ar, irritação das vias respiratórias, agravamento da asma, bronquite e até lesões pulmonares graves, conhecidas internacionalmente como EVALI (Lesão Pulmonar Associada ao Uso de Cigarro Eletrônico ou Vape).

Na prática clínica, segundo o médico, também é comum o chamado “uso dual”, quando a pessoa utiliza simultaneamente o cigarro convencional e o eletrônico, aumentando ainda mais os danos à saúde.

João Paulo ressalta que não existe forma segura de fumar e destaca que parar de fumar é uma das decisões mais importantes para a qualidade de vida e prevenção de doenças.

“O tratamento da dependência da nicotina muitas vezes exige acompanhamento médico e psicológico. O mais importante é buscar ajuda e entender que recaídas podem acontecer durante o processo”, orientou.

A experiência de quem conseguiu abandonar o vício reforça os benefícios dessa decisão. O técnico em mecânica industrial e refrigeração comercial, Roberto Tsuzuki Müller, de 55 anos, fumou dos 18 aos 48 anos e está há sete anos sem fumar. Ele conta que a decisão de abandonar o cigarro foi motivada por uma série de acontecimentos familiares e pela percepção dos impactos do tabagismo em sua rotina.

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“Uma sequência de mortes e casos de câncer entre familiares me fez refletir. Minha esposa também fumava e parou após perder o pai para a doença. Eu comecei a me sentir mal por causa do cheiro do cigarro e percebi que precisava mudar. Usei adesivos de nicotina, mas, acima de tudo, é preciso ter decisão. Para largar o cigarro, a pessoa precisa realmente querer. Precisa ser de opinião”, relatou.

Embora praticasse atividades físicas regularmente, como ciclismo e downhill, Roberto conta que não sentia falta de ar nem limitações que o levassem a pensar em abandonar o cigarro. Com o passar do tempo, porém, outros efeitos do tabagismo passaram a incomodá-lo cada vez mais, como o cheiro impregnado nas roupas e a perda do prazer de sentir o sabor dos alimentos.

“O que mais senti quando parei foi o prazer de comer e perceber melhor o sabor dos alimentos. Também me senti mais limpo. O cigarro deixa a pessoa com mau hálito, dentes amarelados e uma sensação constante de sujeira. Além disso, existe o gasto financeiro, que acaba pesando com o tempo”, destacou.

Embora não tenha precisado de acompanhamento psicológico para abandonar o vício, ele considera o suporte profissional importante para muitas pessoas que enfrentam dificuldades durante o processo.

“Eu não precisei de ajuda psicológica, mas considero fundamental para quem está tentando parar. Cada pessoa tem uma experiência diferente e todo apoio pode fazer a diferença”, afirmou.

A mensagem que Roberto deixa para quem ainda fuma ou utiliza dispositivos eletrônicos é direta: “Pare antes que seja tarde. O cigarro convencional, assim como o cigarro eletrônico, é desnecessário e traz graves riscos à saúde”.

Fonte: ALMT – MT

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