Política MT

Emenda garante R$ 1 milhão para o Fila Zero da Saúde em Matupá

Publicado em

O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) destinou uma emenda parlamentar equivalente a R$ 1 milhão para o programa Fila Zero da Secretaria de Saúde em Matupá.

O Fila Zero visa diminuir a quantia de pacientes que esperam por exames e procedimentos cirúrgicos, acrescentando celeridade ao funcionamento da Saúde.

“O deputado Diego Guimarães, mais uma vez atendendo nosso município. Anteriormente, ele tinha mandado R$ 1,3 milhão. Foram feitas cirurgias eletivas, como vocês viram, e agora mais R$ 1 milhão. Queremos agradecer o prefeito Bruno Mena [União], Celso Sorgatto [vice-prefeito], e a secretária de Saúde [Celia Matos]. Vamos trabalhar, os vereadores estão correndo atrás de emenda e trazendo o melhor para o município”, afirmou o vereador Samuel Carteiro.

O vereador Valdemar Frigeri, o Capitão, destacou que a destinação dessa emenda representa a continuidade de um compromisso com a Saúde firmado no ano passado.

“Tínhamos conversado no ano passado com o deputado Diego Guimarães e está nas contas da prefeitura R$ 1 milhão para a Saúde Fila Zero”, completou.

O vereador Silvano Ramos disse que a emenda é uma “notícia boa” para o início de 2026.

Leia Também:  CCJR analisa mais de 30 projetos em reunião ordinária

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Política MT

Audiência pública discute caminhos para fortalecer economia indígena em MT

Published

on

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) discutiu economia indígena e caminhos para fortalecer a autonomia dos povos originários no estado em audiência pública na tarde desta quarta-feira (15). O debate foi proposto pela deputada estadual em exercício Eliane Xunakalo (PT).

Na avaliação da parlamentar, é importante entender melhor a realidade econômica nas aldeias. “A ideia de discutir a economia indígena é para que possamos trazer propostas e levá-las ao poder executivo. Há uma ausência de políticas, talvez por não compreenderem quais são as nossas necessidades”, afirmou.

Eliane ressaltou que a economia indígena é diversa e envolve diferentes cadeias produtivas. “Temos a economia de subsistência, a agricultura familiar, onde se vende o excedente, e também povos que trabalham com monocultura. Precisamos entender essa dinâmica para apoiar desde a produção até a comercialização”, explicou.

Durante a audiência, lideranças e representantes de instituições também apontaram desafios como falta de assistência técnica, dificuldades logísticas e acesso limitado a mercados. O coordenador da Operação Amazônia Nativa (Opan), Ivar Busatto, destacou que o cenário atual exige novas estratégias. “As formas tradicionais de sustento continuam importantes, mas hoje não bastam sozinhas para garantir qualidade de vida. É fundamental investir em educação e em uma assistência técnica forte, que respeite a diversidade de cada povo”, disse.

Leia Também:  Estratégias para combater incêndios no Pantanal são debatidas na ALMT

Ele reforçou ainda a importância de garantir a segurança alimentar e avançar na geração de renda. “A produção tradicional responde por grande parte das necessidades básicas. A partir disso, é preciso pensar na comercialização do excedente, com apoio à logística, feiras e até ao turismo”, pontuou.

Foto: Helder Faria

Conforme destacado durante a discussão, os povos indígenas atualmente precisam de renda para adquirir itens que não produzem, acessar serviços essenciais como saúde, educação e transporte, e enfrentar as mudanças ambientais e pressões externas que impactam seus territórios. “As mudanças climáticas têm impactado nossas plantações, com períodos de seca e chuva desregulados, o que dificulta o trabalho nas roças. Já tivemos situações em que a mandioca acabou cozinhando na própria terra por causa do calor”, relatou Suyani Terena. Ela é vice-presidente de um projeto que tem fortalecido a agricultura familiar, com protagonismo feminino na Aldeia Enawenê-Nawê, em Sapezal.

A experiência no local demonstra que o apoio faz diferença, uma vez que contam com assistência da Empaer em parceria com o município. “Trabalhamos com foco nas mulheres e na segurança alimentar. Hoje temos cerca de 30 mulheres atuando diariamente na terra, produzindo alimentos como mandioca, macaxeira e abóbora para o consumo e também para a venda. Mas precisamos de mais apoio para ampliar as culturas, incluindo o fortalecimento de pomares, da produção de citros e de alimentos tradicionais como a mandioca e a araruta”, explicou Suyani Terena.

Leia Também:  Deputados aprovam PLOA de 2026 em primeira votação com uma emenda modificativa

Representando o Ministério do Desenvolvimento Agrário, Nelson Borges afirmou que o governo federal busca ampliar o apoio às comunidades. “Estamos trabalhando para aumentar o número de parcerias nos municípios e viabilizando financiamentos, como o Pronaf A Indígena. Também vamos promover feiras para fortalecer a comercialização dos produtos”, destacou o superintendente em Mato Grosso.

A deputada Eliane Xunakalo reforçou que as propostas debatidas serão encaminhadas ao Executivo estadual. “Vamos direcionar as demandas às secretarias para provocar ações concretas. Esse espaço é justamente para ouvir os povos e construir soluções”, concluiu.

Fonte: ALMT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA