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Instituto Memória da ALMT capacita servidores e prevê digitalização total do acervo

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

HAROLDO ASSUNÇÃO / Secretaria de Comunicação 

O Instituto Memória do Poder Legislativo (IMPL) promove entre os dias 29 de novembro e 01 de dezembro o curso de capacitação “Gestão de Documentos”, ministrado pelo arquivologista e biblioteconomista Juan Cacio Peixoto – especialista em Organização de Arquivos pela Universidade de São Paulo (USP) e docente da matéria no Centro Universitário Assunção, instituição paulista de ensino superior. 

Mais de 40 servidores da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) estão sendo capacitados no treinamento – 35 do Instituto Memória, três da Secretaria de Orçamento e Finanças, três da Procuradoria-Geral, um da Secretaria de Gestão de Pessoas e outro da Secretaria de Serviços Legislativos. 

O professor Juan Cacio Peixoto explicou que “gestão documental é o conjunto de procedimentos e operações técnicas referentes à produção, à tramitação, ao uso, à avaliação e ao arquivamento de documentos e processos recebidos e tramitados pelos órgãos do Poder Público no exercício de suas atividades”. 

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Arquivo, planejamento do espaço físico, análise e seleção de documentos, métodos de organização e rotinas de gestão documental estão entre os temas abordados no curso de capacitação – o objetivo final do IMPL é a digitalização de todo o acervo sob a guarda daquela unidade. O acervo institucional inclui registro das sessões plenárias, proposituras, processo legislativo, legislação estadual, dados biográficos de parlamentares e arquivo fotográfico, dentre outros conjuntos de informações sistematizadas.  

REFORMAS -“Nossa finalidade é modernizar o trabalho realizado pelo Instituto Memória, de forma a atender melhor com maior eficiência a todos os colaboradores da Casa, bem como ao público externo que tem em nossos arquivos importante fonte de pesquisa”, assinala a superintendente do IMPL, Mara Regina Visnadi. 

A superintendente adianta ainda que está prevista a readequação do espaço físico – para tanto já foi inclusive elaborado o projeto e as reformas necessárias devem começar assim que a Mesa Diretora da Casa o determinar. 

Fonte: ALMT

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Mulheres em situação de violência podem buscar atendimento na Procuradoria da ALMT

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Acolher, orientar e encaminhar são alguns dos principais papéis da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Com atendimento especializado e sigiloso, a unidade acolhe mulheres em situação de violência ou violação de direitos e também orienta servidores e demais pessoas que presenciem ou tenham conhecimento de casos.

A Procuradoria atende situações de violência física, psicológica, sexual, moral, patrimonial ou digital, além de casos de assédio, discriminação e violência política de gênero. A equipe também acolhe relatos de ameaça, perseguição, controle, humilhação e outras condutas que possam representar violação de direitos.

Quem pode procurar — O atendimento especializado é destinado às mulheres, mas servidores e outros interessados também podem buscar a Procuradoria quando quiserem ajudar ou encaminhar uma colega, familiar, amiga ou outra mulher que esteja passando por uma situação de violência.

A PEM orienta a que não é necessário saber previamente qual tipo de violência está ocorrendo ou qual órgão deve ser acionado. A equipe realiza a escuta inicial, identifica as necessidades e orienta sobre os caminhos disponíveis.

A mulher pode procurar a Procuradoria mesmo que ainda não tenha decidido registrar uma denúncia. “A Procuradoria Especial da Mulher representa a capacidade de atuação do Poder Legislativo no enfrentamento à violência contra a mulher em Mato Grosso. É uma resposta concreta do Parlamento diante de uma realidade que ainda entristece e preocupa o nosso estado”, afirma a coordenadora da PEM, Thayara Novaes.

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Os serviços incluem acolhimento e escuta qualificada, orientação jurídica, psicológica e social, encaminhamento e acompanhamento de casos, informações sobre direitos e articulação com os órgãos da Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher.

Foto: Luciano Campbell/ALMT

A Procuradoria também promove palestras, capacitações, campanhas e ações educativas e de prevenção. Outra frente de atuação é o apoio às Câmaras Municipais na criação, implantação e fortalecimento das Procuradorias da Mulher, ampliando a presença dessa estrutura nos municípios.

“Além de oferecer acolhimento, orientação e encaminhamento nas áreas jurídica, psicológica e social, a PEM atua na prevenção, na articulação com a rede de proteção e junto às Câmaras Municipais, ampliando a capilaridade de um serviço que muitas vezes não chega aos pequenos municípios”, destaca Thayara.

Como funciona — Após o relato da pessoa que buscou o serviço, a equipe avalia a situação e os possíveis riscos, presta as orientações necessárias e, quando cabível, encaminha a mulher aos serviços responsáveis, como Polícia, Delegacia Especializada, Defensoria Pública, Ministério Público, saúde e assistência social. O procedimento, de acordo com a PEM, segue um fluxo de acolhimento, identificação da necessidade e do risco, orientação, encaminhamento e, quando necessário, acompanhamento.

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A Procuradoria ressalta que sua atuação não substitui a dos órgãos responsáveis por serviços especializados. A PEM não realiza investigação policial, não registra boletim de ocorrência, não concede medidas protetivas nem presta atendimento médico de urgência. Quando a demanda não é de sua competência, a equipe orienta sobre o serviço adequado.

Em situações de risco imediato, agressão em andamento ou ameaça à vida, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190. Posteriormente, a PEM pode atuar no acolhimento, orientação e articulação com a Rede de Proteção.

A Procuradoria Especial da Mulher funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, na Sala 17, no térreo da ALMT. O contato também pode ser feito pelo telefone (65) 3313-6802, pelo WhatsApp Zap-Delas, no (65) 98134-1655, ou pelo e-mail [email protected].

O atendimento é realizado de forma reservada e sigilosa, preservando a privacidade das mulheres e as informações compartilhadas. Não é necessário agendamento para o acolhimento inicial.

Fonte: ALMT – MT

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