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Polícia Civil cumpre mandados contra integrantes de facção criminosa que tentaram matar membro do grupo

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A Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá) e apoio do Grupo de Combate ao Crime Organizado (GCCO), deflagrou, na manhã desta quinta-feira (24.08), a Operação Corpo Fechado para cumprimento de ordens judiciais contra integrantes de uma organização criminosa, envolvidos na tentativa de homicídio contra um membro da facção, que tentava deixar o grupo.

Ao todo, são cumpridas na operação 10 medidas cautelares, sendo três ordens de prisão, três de busca e apreensão, além de três ordens de quebra de sigilo e uma de monitoramento eletrônico. As ordens judiciais foram cumpridas nas cidades de Barra do Garças e Cuiabá. A ação resultou ainda em um flagrante por tráfico de drogas

As investigações iniciaram no dia 20 de agosto, após dois homens armados em uma motocicleta entrarem em uma residência no bairro Jardim dos Ipês e efetuarem 11 disparos de arma de fogo contra a vítima.

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A vítima, também integrante de organização criminosa, ainda conseguiu desferir um golpe de faca em um dos autores, porém, a dupla fugiu do local. Alvejado por diversos disparos, a vítima conseguiu sobreviver após ser socorrida e passar por procedimentos cirúrgicos.

A tentativa de homicídio ocorreu em retaliação à vítima que estava tentando deixar da organização, porém detinha de informações sigilosas das atividades criminosas perpetradas pela facção.

Após os fatos, a Polícia Civil iniciou as diligências conseguindo identificar os dois homens suspeitos de efetuar os disparos, bem como os mandantes, todos membros da facção criminosa atuante na região.

Com base nas investigações, foi representado pelos mandados de prisão e de busca e apreensão contra os suspeitos, além da quebra de sigilo e monitoramento eletrônico que foram decretadas pelo Poder Judiciário e cumpridas nesta quinta-feira (24).

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil realiza seminário de investigação de crimes contra mulheres em razão de gênero

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A Polícia Civil está realizando, nesta quarta e quinta-feira (13 e 14.5), a terceira edição do Seminário de Investigação de Delitos Cometidos Contra Mulheres por Razão de Gênero, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplag).

O encontro visa aprimorar técnicas de investigação e qualificar os policiais civis para atuar em casos com perspectiva de gênero desde o primeiro acolhimento, com o pedido de medidas protetivas.

“O objetivo dessa capacitação é alcançar diversos policiais plantonistas do Estado de Mato Grosso, buscando capacitar a Polícia Civil para oferecer um atendimento adequado, humanizado, para que nossas assistidas, ao entrar nas delegacias, recebam um atendimento padronizado e eficiente”, afirmou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Judá Maali Pinheiro Marcondes.

A secretária de Segurança de Mato Grosso, coronel Susane Tamanho, esteve presente na solenidade de abertura do seminário, e falou sobre a importância da sensibilidade dos servidores que trabalham com a violência contra a mulher.

“Não adianta a gente ter os melhores investimentos, os melhores equipamentos, a melhor tecnologia, se a gente não tiver essa sensibilidade no primeiro atendimento. Vocês são responsáveis por muitas das vezes mudar o curso da vida daquela mulher. A gente sabe que não é somente um problema de segurança, é um problema da sociedade como um todo, mas recai onde? Na segurança. A pessoa, quando se vê em perigo, procura a segurança. Então, nós somos, talvez, a última esperança, a última voz que aquela mulher vai ter para poder ter a sua integridade preservada”, disse a secretária.

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento a Violência de Gênero Contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, reforçou que os papéis da Polícia Civil de fazer o primeiro atendimento e de conduzir uma investigação qualificada são muito importantes.

“Hoje se usa muito a Inteligência Artificial, mas o que não pode ser substituído no nosso dia a dia é o atendimento qualificado. Isso o computador não vai poder fazer por nós, nós temos que fazer o atendimento, ter o cuidado com o local de crime, a coleta qualificada de elementos investigativos, tudo isso é providência que depende dos profissionais que atuam nessa pauta do enfrentamento à violência contra a mulher e a Polícia Civil tem esse papel primordial de ser a porta de entrada em que as vítimas comumente recorrem”, afirmou a delegada.

Mariell afirmou que um dos motivos da capacitação ser realizada é para que os policiais compreendam essa necessidade de atender bem e evoluir na investigação. O que foi enfatizado pela delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel.

“Nós estamos aqui reunidos para entender e buscar como melhor investigar, para nós alcançarmos, enfim, a diminuição desses números assustadores que nós temos hoje na nossa sociedade. A missão constitucional da Polícia Judiciária Civil é investigar crimes, nós temos um papel muito importante nesse cenário, e eu confio muito que a investigação bem conduzida começa já no primeiro atendimento, quando nós atendemos a vítima lá no plantão, quando nós tomamos cuidado para preservar os vestígios, quando nós temos esse primeiro olhar desde a entrada da vítima na delegacia, o olhar sensível e investigativo”, declarou a delegada-geral.

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Ao todo, 127 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, das 15 regionais do Estado, participam do seminário, que terá oito palestras e certificação de 12 horas.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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