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Servidores do MPMT participam de oficinas sobre Gestão de Pessoas

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Dez servidores do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participam do Ciclo de Oficinas do 1º Congresso Mato-grossense de Gestão de Pessoas na Administração Pública, de 14 a 16 de outubro de 2025, no Hotel Gran Odara, em Cuiabá. O evento é promovido pelo Ministério Público Federal (MPF-MT), em parceria com diversas instituições públicas, incluindo o MPMT, por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional.As oficinas são voltadas ao desenvolvimento de competências essenciais para a gestão pública contemporânea e abordam temas como liderança, inovação, pertencimento, resolução de conflitos e gestão de equipes híbridas. As atividades são conduzidas por especialistas com ampla experiência acadêmica e institucional.O 1º Congresso Mato-grossense de Gestão de Pessoas na Administração Pública foi aberto na noite de segunda-feira (13), no Teatro Zulmira Canavarros, reunindo cerca de 750 participantes. A solenidade contou com o “Bate-papo de Valor”, ciclo de mini-palestras sobre saúde integral, inteligência emocional, equipes multigeracionais e felicidade no trabalho. A programação incluiu ainda a palestra magna “Protagonismo e Iniciativa”, ministrada pelo filósofo e professor Clóvis de Barros Filho, que trouxe reflexões sobre propósito, engajamento e sentido no serviço público.A iniciativa, inédita em Mato Grosso, busca fortalecer e modernizar a administração pública, valorizando o servidor como agente de transformação social. Promovido pelo MPF-MT, o evento conta com a parceria do MPMT, Ministério Público do Trabalho de Mato Grosso (MPT-MT), Justiça Federal (JF-MT), Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT23-MT), Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT requer na Justiça suspensão de cortes de árvores em Cuiabá

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A 29ª Promotoria de Justiça Cível da Comarca de Cuiabá – Defesa Ambiental e da Ordem Urbanística ajuizou, nesta quinta-feira (2), uma Ação Civil Pública (ACP) com pedido de liminar contra o Município de Cuiabá, apontando falhas na gestão da arborização urbana e nos procedimentos de autorização para poda e supressão de árvores na capital. Na ação, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) requer a suspensão imediata da emissão de novas autorizações de supressão arbórea, bem como dos efeitos das autorizações já concedidas, até que sejam adotados critérios técnicos adequados para esse tipo de intervenção. O MPMT também pede, em caráter emergencial, a paralisação das atividades de retirada e supressão das árvores ainda remanescentes nas obras de mobilidade urbana executadas na Avenida Fernando Corrêa da Costa/BR-163, em frente à empresa Copagás, no bairro São Francisco, na saída de Cuiabá para Rondonópolis. No mérito, o MPMT requer o reconhecimento da inadequação dos atos administrativos que autorizaram a supressão de árvores sem observância dos objetivos de proteção e prevenção ambiental. A ação busca ainda a responsabilização do Município pelos danos ambientais e climáticos decorrentes dessas intervenções, com condenação ao pagamento de indenização por danos morais coletivos em valor não inferior a R$ 500 mil. O Ministério Público também pede que o Município seja obrigado a instituir protocolo técnico para poda e supressão arbórea, com critérios voltados à mitigação de impactos, compensação por equivalência ecológica, transplante de árvores quando tecnicamente recomendado e monitoramento contínuo. Além disso, requer a recomposição das árvores adultas removidas em intervenções viárias e a revisão das autorizações concedidas fora de parâmetros técnicos adequados, com apresentação de relatório contendo todos os atos administrativos que embasaram supressões arbóreas nos últimos dois anos. De acordo com o promotor de Justiça Carlos Eduardo Silva, os elementos reunidos pelo Ministério Público revelam um cenário de desorganização na política municipal de arborização urbana. Entre os episódios destacados está a retirada de árvores de grande porte na Rua Baltazar Navarros, no bairro Bandeirantes, que teria ocorrido mediante autorização administrativa posteriormente questionada. Outro caso envolve a erradicação de 24 árvores em área pública, com previsão de supressão de até 82 indivíduos arbóreos em razão de obras de intervenção viária na Avenida Fernando Corrêa da Costa. Segundo o MPMT, árvores adultas foram removidas sem a adoção adequada de medidas como transplante, compensação ecológica equivalente e recomposição imediata da cobertura vegetal.Na ACP, o promotor destaca a relevância da arborização para a qualidade ambiental das cidades. “A arborização urbana configura elemento essencial do meio ambiente artificial, exercendo funções fundamentais quanto à regulação térmica, melhoria da qualidade do ar, retenção hídrica e proteção da saúde pública”, afirma. Ele acrescenta que os benefícios são ainda mais significativos em uma cidade de clima quente como Cuiabá. “Árvores e áreas verdes ajudam a diminuir a temperatura local por meio da oferta de sombra e da evapotranspiração, podendo refrescar em até 5ºC as regiões densamente urbanizadas”, aponta. Para o promotor de Justiça, a substituição de árvores adultas por mudas jovens não é capaz de compensar, em curto prazo, a perda dos serviços ambientais proporcionados pela vegetação consolidada. Na avaliação dele, a atual condução da política municipal de arborização representa um “inequívoco retrocesso ambiental e climático”. Ainda segundo Carlos Eduardo Silva, “chega-se à conclusão que a política municipal de gestão e planejamento da arborização urbana apresenta sérias deficiências estruturais”.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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