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Com o apoio do Governo de MT, novo livro de Aline Figueiredo apresenta análise atualizada da arte mato-grossense

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“É uma honra viver esse momento e fazer parte dessa história em que o Governo pode contribuir com o que é importante para Mato Grosso” destacou o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura, durante o lançamento do livro “Ao pé da letra: de como a arte mato-grossense provoca e se reinventa na plástica de uma ideia”, de Aline Figueiredo, nessa quinta-feira (12.3).

“Estamos valorizando não apenas o talento de Aline Figueiredo como uma grande produtora cultural, mas todos os artistas de Mato Grosso. Ouvi uma vez o governador Mauro Mendes dizer o quanto é importante a gente estar numa posição de poder ajudar e contribuir. E hoje, no momento que o Estado vive, o Governo pode realmente investir e fazer as coisas que têm impacto e que vão ficar marcadas na história”, completou o secretário.

Com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a escritora e crítica de arte publica neste livro, a releitura de um acervo (parte dele já analisado por ela em outras ocasiões). “Ao Pé da Letra” apresenta uma análise atualizada e original, evidenciando como algumas obras traduzem com precisão a realidade.

Ao falar sobre a importância da publicação, Aline Figueiredo enfatiza que a arte mato-grossense é, por si só, uma contribuição vital para a cultura do país, pois promoveu a descentralização, rompendo o monopólio do eixo Rio-São Paulo-Minas.

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“Nós mudamos esse cenário ao criar um polo de resistência. Em vez de nossos talentos ‘zarparem’ para o litoral, eles ficaram. Nossa maior conquista foi permitir que talentos locais permanecessem e produzissem aqui, em vez de precisar partir para serem reconhecidos. O resultado é uma arte que, embora nascida no coração do Brasil, dialoga com o mundo inteiro”.

Entre os trabalhos analisados em “Ao Pé da Letra” estão telas, desenhos, instalações, cerâmica e esculturas de diferentes artistas, como Humberto Espíndola, João Sebastião, Dalva de Barros, Gervane de Paula, Adir Sodré, Benedito Nunes, Regina Pena, Vitória Basaia, Paulo Pires, e muitos outros.

Autor de peças milimetricamente esculpidas em arenito e pedra-ferro, o premiado artista plástico Paulo Pires já foi contextualizado em outros três livros de Aline Figueiredo. De acordo com ele, a análise e amizade com a crítica de arte contribuíram para seu reconhecimento e visibilidade em todo o país.

“Eu fico feliz por estar mais uma vez sendo analisado e homenageado em um livro da Aline. Nossa amizade através da arte começou em 2001. E graças a ela, recebi esse reconhecimento, se não fosse o olhar crítico dela, não teria toda essa visibilidade”.

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Os exemplares impressos serão distribuídos pela Secel às bibliotecas públicas e comunitárias cadastradas no Sistema Estadual de Bibliotecas. Para reforçar a importância da descentralização artística no país, Aline também sugeriu o envio da publicação a uma lista de endereços de instituições e críticos por todo o Brasil.

“É importante que a publicação chegue pra fora do Estado também. É importante para Mato Grosso que sua arte continue mostrando que o Centro-Oeste é capaz de produzir arte de relevância nacional e internacional”, conclui a crítica de arte.

O lançamento do livro foi realizado no Museu de Arte e de Cultura Popular (MACP) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e contou com a presença de representantes da instituição de ensino superior, como o professor e membro da Academia de Mato-Grossense de letras, Fernando Tadeu, e a Pró-Reitora de Cultura, Extensão e Vivência (Procev), Lisiane Pereira de Jesus. Vários artistas mato-grossenses também prestigiaram o evento.

Fonte: Governo MT – MT

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Museu promove dia meio ambiente com doação de mudas, oficinas e programação para toda a família

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Educação ambiental, cultura, lazer e contato com a natureza marcam a programação especial preparada pelo Museu de História Natural de Mato Grosso (MHNMT) para celebrar o mês do meio ambiente. Ao longo de junho, o espaço promove uma série de atividades voltadas para todas as idades, com destaque para a distribuição gratuita de mudas de árvores, oficinas educativas, feira de economia criativa, festa junina e exposição artística, reforçando o papel do museu como um dos principais centros de preservação ambiental e cultural do Estado.


Gerido pelo Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Ecoss), em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o museu amplia sua programação com iniciativas que unem conscientização ambiental, valorização da cultura regional e convivência comunitária.

Para o secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Davi Moura, a programação demonstra como os espaços culturais podem contribuir para a formação cidadã e a preservação do patrimônio natural. “O Museu de História Natural é um importante equipamento cultural de Mato Grosso e cumpre um papel fundamental na educação ambiental, na valorização da nossa história e na aproximação das famílias com a natureza. Essa programação especial reforça o compromisso do Estado com a sustentabilidade e com o acesso da população à cultura e ao conhecimento”, destaca.


Entre as ações de conscientização ambiental, o museu promove entre esta segunda-feira (1º,6) e quinta-feira (5), a distribuição gratuita de 150 mudas de árvores em parceria com o Programa Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, em alusão ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho.

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Serão disponibilizadas mudas de espécies nativas, como ipê-branco, ipê-amarelo, pata-de-vaca e bacupari, além de espécies frutíferas, entre elas amora, acerola e goiaba. A entrega será limitada a uma muda por família e ocorrerá enquanto durarem os estoques.

A programação continua no sábado (6) com a oficina “Eu Passarinho: estórias com pássaros, encantos e educação ambiental”, ministrada pelo professor, biólogo e mestre em Ciências Ambientais Jonilken Almeida. Voltada para crianças de 10 a 12 anos, a atividade propõe uma imersão na biodiversidade existente no entorno do museu, com observação de aves, contação de histórias, trilhas educativas, uso de binóculos e ferramentas digitais para identificação de espécies.


A oficina alia ciência, imaginação e educação ambiental para despertar a curiosidade sobre a evolução das aves, a conservação da natureza e a importância do patrimônio paleontológico mato-grossense. Outro destaque da programação é a Feira no Museu, que passa a integrar o calendário permanente do espaço todos os domingos. A partir do dia 7 de junho, o público poderá visitar gratuitamente a feira, das 8h às 14h, em um ambiente integrado à natureza às margens do Rio Cuiabá.

O evento reúne mais de 30 expositores com opções de artesanato, gastronomia, produtos criativos e experiências culturais, fortalecendo a economia criativa e aproximando a população do patrimônio histórico e ambiental de Mato Grosso.

Segundo a coordenadora do museu, Suzana Hirooka, a iniciativa busca transformar os domingos em um espaço de convivência para toda a família. “A Feira no Museu é uma oportunidade de vivenciarmos trocas de saberes entre artesãos tradicionais e contemporâneos, fortalecendo a economia criativa em um ambiente que reúne cultura, meio ambiente e sustentabilidade”, ressalta.

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São João no Museu

Dentro da programação da Feira no Museu, o público também poderá participar do tradicional São João no Museu, realizado em 21 de junho, das 8h às 14h. A celebração contará com comidas típicas, bebidas, atrações musicais e atividades lúdicas para todas as idades. A organização convida os visitantes a comparecerem caracterizados com trajes juninos para tornar a experiência ainda mais especial.

Exposição prorrogada

Quem ainda não visitou a exposição temporária da artista mato-grossense Cândida Ferreira ganhou mais uma oportunidade. A mostra foi prorrogada e permanecerá aberta ao público até 9 de agosto.


Instalado na histórica Casa Dom Aquino, construída em 1842 e tombada como Patrimônio Histórico de Mato Grosso em 1997, o Museu de História Natural de Mato Grosso é um dos mais importantes espaços de preservação da memória e da biodiversidade do Estado.

Além das exposições, o museu oferece visitas guiadas, oficinas, cafeteria, loja de artesanato indígena, lago com carpas, espaço do caçador-coletor, áreas verdes com espécies nativas e parque infantil, proporcionando uma experiência completa de lazer, cultura e aprendizado.

Serviço

O Museu de História Natural de Mato Grosso está localizado na Avenida Manoel José de Arruda, nº 2.000, em Cuiabá. O funcionamento ocorre de terça-feira a domingo, das 8h às 18h. Os ingressos custam R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia-entrada), com acesso gratuito aos domingos e feriados.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (65) 99686-7701 ou pelo Instagram @museuhistorianaturalmt.

Fonte: Governo MT – MT

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