Com investimentos históricos que movimentaram todos os setores da pasta, a Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) tem o objetivo de permanecer com o trabalho de melhoria contínua. Segundo o secretário Jefferson Neves, o esperado é que os editais de fomento à cultura e ao esporte continuem cada vez mais democráticos e sejam ainda mais eficientes nos próximos quatro anos.
“Começamos este ano a todo vapor, a expectativa é seguir promovendo políticas públicas descentralizadas e com formatos mais democráticos e inclusivos contemplando todas as regiões de Mato Grosso”, afirma o secretário.
Segundo Neves, o “Projeto Olimpus”, o “Pontos de Esporte e Lazer” e o “Viver Cultura” são exemplos de programas que alcançaram grandes avanços e geraram resultados expressivos para o estado de Mato Grosso, neste primeiro mandato.
“Estamos vivendo momentos incríveis em todos os segmentos. Saltar de 15° para 5° no ranking do Sistema Nacional de Cultura diz muito sobre a quantidade de pessoas que qualificamos e o tanto que o nosso estado ainda tem que mostrar. Pretendemos chegar ao 3º lugar nessa lista e para isso, vamos terminar de qualificar, de forma direta, os municípios”, destaca o gestor, revelando que a meta é atender cada município conforme sua necessidade e fomentar recursos de forma eficiente.
“Mato Grosso também se tornou referência no esporte nacional, receber o Troféu Brasil de Atletismo aqui em Cuiabá significa isso, já que é a primeira vez que a principal competição da América do Sul vem para a região centro-oeste. Teremos grandes estrelas mundiais e nossos atletas vão ter a oportunidade de disputar medalhas em casa, com a emoção da torcida”, completa Neves. A 42ª edição do evento será realizada no mês de junho, em Cuiabá.
Confira aqui a entrevista completa do secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Jefferson Neves.
A Escola Estadual de Tempo Integral Daury Riva tem se destacado com o projeto “Cultivando o Futuro: Educação, Sustentabilidade e Práticas na Escola”, uma iniciativa que vem transformando o processo de ensino-aprendizagem por meio da integração entre conteúdo pedagógico e práticas sustentáveis. A proposta busca estimular nos estudantes a consciência ambiental, hábitos saudáveis e o senso de responsabilidade com o meio em que vivem.
A partir da criação e manutenção de uma horta escolar, os alunos passam a vivenciar, na prática, conteúdos trabalhados em sala de aula. A experiência torna o aprendizado mais dinâmico, participativo e conectado à realidade, além de incentivar a curiosidade e a busca ativa por conhecimento.
Segundo o professor Cleber Borges dos Santos, que atua com protagonismo estudantil, o projeto fortalece o envolvimento dos alunos nas atividades da escola. “A gente incentiva muito a participação deles. No clube, eles trazem ideias, ajudam no plantio e se sentem responsáveis pelas ações. É um momento de interação, de trabalho em grupo e de desenvolvimento do respeito e da coletividade”, destacou.
Para o professor de matemática e pensamento científico, Eder Rodrigues dos Santos, a horta vai além do cultivo de alimentos. “Ela é um espaço de aprendizado prático, onde os alunos desenvolvem conhecimentos em ciência e matemática, além de valores como responsabilidade, paciência e trabalho em equipe. Investir na horta é investir em educação, saúde e futuro”, afirmou.
Os estudantes também relatam mudanças significativas na forma como enxergam o aprendizado e sua participação na escola. Kaiky Frasson, do 7º ano, conta que passou a se sentir mais valorizado. “Antes eu achava que minha opinião não fazia diferença, mas no clube aprendi que posso contribuir e ajudar a construir coisas com meus colegas. Isso me fez sentir protagonista”, disse.
Já Maria Luísa Oliveira Souza, também do 7º ano, destaca o ambiente acolhedor e colaborativo. “No clubinho eu me sinto respeitada e ouvida. A gente aprende a trabalhar em equipe, dividir tarefas e resolver problemas juntos. Isso me deixou mais confiante e responsável”, relatou.
Além de estimular o trabalho em equipe, o projeto contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico e científico, já que os alunos são incentivados a observar, analisar e buscar soluções para os desafios encontrados no cultivo da horta.
Por fim, a diretora da escola Rosicacia Florêncio Costa, avalia que a iniciativa também fortalece a cultura maker, colocando os estudantes como protagonistas do próprio aprendizado, com atividades práticas que desenvolvem autonomia e criatividade. “Ao compreenderem a origem dos alimentos e a importância da preservação ambiental, os jovens passam a adotar atitudes mais conscientes no dia a dia e a convivência na escola fica muito melhor”, finalizou.
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