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CAO PcD divulga e incentiva participação em pesquisa sobre autismo

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O Centro de Apoio Operacional à Pessoa com Deficiência (CAO PcD) do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) convida pessoas com idade acima de 18 anos e diagnóstico médico de autismo e cuidadores de autistas menores ou que não tenham condições de responder de forma independente, para que participem da pesquisa Mapa Autismo Brasil (MAB), até a próxima sexta-feira (22). A iniciativa tem por objetivo levantar o perfil e as características sociodemográficas das pessoas diagnosticadas com autismo no país. 

Organizada pelo Instituto Steinkopf em parceria com o Núcleo de Neurodiversidade da Universidade de Brasília (UNB), a pesquisa é online e pode ser respondida aqui. A ideia é levantar quem são os autistas brasileiros, onde moram, que renda têm, se trabalham, se têm ou tiveram acesso à escola, se têm acesso a lazer e a terapias, entre outras informações. 

O preenchimento completo do questionário tem duração estimada de 15 minutos e está dividido em 5 blocos: processo diagnóstico; acesso às terapias na infância e adolescência; acesso à educação; apresentação clínica atual; perfil sociodemográfico. Conforme os organizadores, os resultados da pesquisa ajudarão a entender melhor a situação das pessoas autistas, bem como subsidiarão o desenvolvimento de políticas públicas efetivas para esse público e de estratégias de atendimento. 

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Foto: Fotomontagem Mapa Autismo Brasil.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP participa da inauguração de oficina de costura em penitenciária

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta quinta-feira (23), da inauguração da oficina de costura escola da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A nova estrutura vai ofertar 120 vagas de trabalho, com jornada de oito horas diárias, contribuindo para a reintegração social das reeducandas e para a redução de custos do Estado. Ao todo, foram instaladas 91 máquinas de costura, adquiridas pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP).
Atualmente, 20 reeducandas já foram certificadas pelo Senai e atuarão como multiplicadoras, auxiliando na capacitação das demais internas. O espaço conta com área de produção, estoque de matéria-prima e de peças prontas, além de refeitório e área de descanso. A produção da oficina será destinada, principalmente, à confecção de uniformes escolares da rede estadual, o que permitirá economia aos cofres públicos.
A procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou que o Ministério Público atua de forma permanente no fortalecimento de projetos voltados à ressocialização no sistema prisional. “A oficina de costura representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional e de reinserção social. Além do trabalho e da renda, iniciativas como essa fortalecem a autoestima dessas mulheres e contribuem para um recomeço digno.”

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A procuradora também ressaltou a importância de práticas humanizadas, alinhadas a experiências exitosas, como as desenvolvidas na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), em especial nas unidades femininas, que estimulam responsabilidade, autonomia e a reconstrução de vínculos familiares.

A diretora da Penitenciária Feminina, Keily Adriana Arruda Marques, afirmou que a participação no projeto é voluntária e teve grande adesão. “As reeducandas recebem capacitação prática e certificação profissional, o que amplia as chances de retorno digno à sociedade. Já temos uma lista de mulheres interessadas em participar das próximas etapas.”

O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, informou que a oficina atenderá demandas de órgãos públicos, com produção inicial estimada em 110 mil peças de uniformes escolares, podendo ser ampliada gradativamente.

Já o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou que o investimento reforça a política de ressocialização adotada pelo Estado. “Esse investimento representa um caminho eficaz para a ressocialização, ao garantir trabalho, dignidade e qualificação profissional. As reeducandas saem mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade.”

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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