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Dimensionamento apresenta realidade atual e projeções até 2027

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Informações sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), população, Índice de Gestão Fiscal (IGF), Índice de Progresso Social (IPS) dos municípios e movimentações realizadas em sistemas internos da instituição serviram de parâmetros para projeções e agrupamentos das Promotorias de Justiça, na elaboração do Projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho no Ministério Público de Mato Grosso. A base de dados reúne informações dos anos de 2016 a 2021, com projeções até 2027.

De acordo com o diretor do Instituto Publix, Mario Fensterseifer, a base de cálculo para agrupamento das Promotorias de Justiça levou em consideração o tamanho da comarca, o somatório dos indicadores socioeconômicos, a quantidade de movimentos nos sistemas de controle processual da instituição e a população local.

Ele explica que foram estabelecidos cinco clusters (agrupamentos) de Promotorias de Justiça. O primeiro grupo reuniu 39 unidades, o segundo 17 , o terceiro 14, o quarto três e o quinto as unidades de Cuiabá. Ocorreram ainda a subclusterização de promotorias para o cálculo da produtividade de referência, que levou em consideração a semelhança em relação às atribuições. Já as procuradorias de Justiça foram divididas em quatro agrupamentos com as temáticas cível, criminal, especializada e substituição.

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Foram observados ainda dados sobre lotação de pessoal, acumulação de atribuições por membros e força de trabalho equivalente O estudo traz um panorama sobre a demanda existente, quantidade de assessores jurídicos e promotores por unidade.

Fonte: MP MT

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Seis municípios saem do ranking de pior cobertura vacinal em MT

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Os municípios de Sinop, Sorriso, Nova Mutum, Campos de Júlio, Gaúcha do Norte e Nova Monte Verde deixaram de figurar no ranking das piores coberturas vacinais de Mato Grosso, segundo monitoramento realizado pelo projeto Vacinômetro, que avaliou 16 imunizantes. Os dados referem-se aos meses de março, para crianças menores de 1 e de 2 anos, e abril, no caso de adolescentes, com base em informações encaminhadas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), em comparação aos índices de dezembro de 2025. A vacina contra influenza, destinada a idosos, não foi considerada nesta edição devido à indisponibilidade de dados. Acesse o ranking completo aqui. O Vacinômetro é uma iniciativa da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, do Consumidor, dos Direitos Humanos, das Minorias, da Segurança Alimentar e do Estado Laico. Desde 2023, o projeto monitora a cobertura de 17 vacinas em Mato Grosso, com foco nos 42 municípios com menores índices, o que representam 30% do estado. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal entre crianças, adolescentes e idosos, além de subsidiar a atuação de promotores de Justiça junto ao poder público e conscientizar a população sobre a importância da vacinação.Nesta edição, foram monitoradas 16 vacinas, destinadas a diferentes faixas etárias: menores de um ano (BCG, febre amarela, meningococo C, pentavalente, pneumocócica, poliomielite e rotavírus), menores de dois anos (hepatite A, tríplice viral e varicela), e adolescentes (meningocócica ACWY aos 11, 12, 13 e 14 anos, HPV feminino e HPV masculino).O levantamento é realizado periodicamente com apoio do Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan) do Ministério Público de Mato Grosso. Segundo a SES-MT, a meta ideal de cobertura vacinal é superior a 95%.Meningite – Mais uma vez, as vacinas meningocócica ACWY aplicadas aos 11 e 14 anos apresentaram as piores coberturas, com índices abaixo de 50%. Essa vacina protege contra quatro sorogrupos (A, C, W e Y) da bactéria Neisseria meningitidis, causadora de meningite e infecções generalizadas graves. No Brasil, é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças a partir de 12 meses e adolescentes de 11 a 14 anos.Piores coberturas – Entre os municípios com as piores coberturas estão Cuiabá e General Carneiro, que aparecem 15 vezes no ranking. A capital deixou de figurar apenas no indicador de BCG para menores de 1 ano, enquanto General Carneiro não aparece apenas na vacinação meningocócica ACWY aos 11 anos.Em Cuiabá, os piores resultados estão relacionados à vacina meningocócica ACWY nas idades de 11, 13 e 14 anos, todas com cobertura inferior a 50%. Já General Carneiro apresenta índices abaixo desse patamar em dez imunizantes, figurando entre os três piores desempenhos nas vacinas de febre amarela, meningocócica C, pneumocócica, poliomielite, rotavírus, hepatite A, tríplice viral, varicela e HPV (feminino e masculino).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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