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Governador nomeia novo procurador-geral para o biênio 2023-2024

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O governador Mauro Mendes assinou no início da noite desta terça-feira (13) o ato de nomeação do promotor Deosdete Cruz Júnior para o cargo de procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, a ser exercido no biênio 2023-2024, mantendo, dessa forma, o critério de optar pela nomeação do candidato mais votado na eleição direta que é realizada pelo Ministério Público de Mato Grosso. A posse do procurador-geral ocorrerá na primeira quinzena de fevereiro.

A assinatura do ato de nomeação, uma prerrogativa do chefe do Poder Executivo estadual, ocorreu no gabinete do governador, com a presença do atual procurador-geral, José Antônio Borges Pereira, do secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Mauro de Carvalho e do promotor Deosdete.

Deosdete Cruz Júnior concorreu com a promotora de Justiça Elisamara Sigles Vodonós Portela, sendo eleito com 206 votos.

“Parabenizo o promotor Deosdete pela eleição, fruto do trabalho que desenvolveu ao lado de José Antônio Borges ao longo de quatro anos. As duas instituições, Governo do Estado e Ministério Público, sempre tiveram uma boa interface. Ao longo desses anos mantivemos uma relação respeitosa, nos limites das atribuições das duas instituições. Tenho certeza que Deosdete irá conduzir muito bem a instituição”, afirmou o governador.

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“O gesto do governador Mauro Mendes de nomear o primeiro colocado na eleição interna do MPMT é uma demonstração de respeito à nossa instituição. Demonstra seu espírito democrático, respeitando a vontade da maioria dos nossos membros”, destacou Deosdete Cruz Júnior.

O procurador-geral José Antônio Borges Pereira, que encerra seu segundo mandato seguido em fevereiro, também ressaltou a relação respeitosa entre o Poder Executivo e o Ministério Público Estadual ao longo de quatro anos, e reafirmou sua crença de que Deosdete Cruz Júnior, pelo conhecimento que acumulou no tempo em que está atuando como subprocurador-geral Jurídico e Institucional, tem todo o preparo necessário para conduzir o MPMT nos próximos dois anos.

Fonte: MP MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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