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Recuperandos de Colniza recebem máquina de fazer fraldas e absorventes

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065km de Cuiabá) entregou, na manhã desta quinta-feira (28), uma máquina de fabricar fraldas e absorventes à Cadeia Pública do município. O equipamento, no valor aproximado de R$ 23 mil, foi adquirido com recursos destinados pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso a uma iniciativa cadastrada no Banco de Projetos e Entidades (Bapre) da instituição, por intermédio do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg).  

A máquina será utilizada pelos recuperandos da unidade para fabricação de fraldas (infantis e geriátricas) e absorventes. As fraldas serão entregues nos postos de saúde para distribuição gratuita à população e os absorventes doados para estudantes de escolas públicas. Segundo o promotor de Justiça substituto Bruno Barros Pereira, o equipamento foi comprado com recursos provenientes de acordos firmados pelo MPMT e da venda de madeira apreendida. 

“Além de os recuperandos ganharem a oportunidade de um novo ofício, de trabalhar durante o cumprimento da pena e de, inclusive, reduzir a pena em razão dos dias trabalhados, conforme prevê a Lei de Execução Penal, toda a sociedade de Colniza será beneficiada com o resultado desse trabalho desenvolvido pelo Ministério Público. Seja pela reinserção social dos detentos, seja pelas fraldas e absorventes fabricados”, argumentou o promotor de Justiça. 

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A entrega da máquina foi acompanhada pelo diretor da unidade prisional, Heitor Nogueira, pelo defensor público Maxuel Pereira e pelo presidente do Conseg de Colniza, Voni José de Oliveira. 

Vistoria – Na oportunidade, o grupo aproveitou para vistoriar a Cadeia Pública, incluindo as celas, o espaço para estudos e o pátio usado para visitas. “Durante a visita, muitos mostraram o trabalho que desenvolvem e cheguei a ser presenteado por um dos recuperandos com um trator feito de papelão”, contou o promotor. 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Seis municípios saem do ranking de pior cobertura vacinal em MT

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Os municípios de Sinop, Sorriso, Nova Mutum, Campos de Júlio, Gaúcha do Norte e Nova Monte Verde deixaram de figurar no ranking das piores coberturas vacinais de Mato Grosso, segundo monitoramento realizado pelo projeto Vacinômetro, que avaliou 16 imunizantes. Os dados referem-se aos meses de março, para crianças menores de 1 e de 2 anos, e abril, no caso de adolescentes, com base em informações encaminhadas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), em comparação aos índices de dezembro de 2025. A vacina contra influenza, destinada a idosos, não foi considerada nesta edição devido à indisponibilidade de dados. Acesse o ranking completo aqui. O Vacinômetro é uma iniciativa da Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, do Consumidor, dos Direitos Humanos, das Minorias, da Segurança Alimentar e do Estado Laico. Desde 2023, o projeto monitora a cobertura de 17 vacinas em Mato Grosso, com foco nos 42 municípios com menores índices, o que representam 30% do estado. O objetivo é ampliar a cobertura vacinal entre crianças, adolescentes e idosos, além de subsidiar a atuação de promotores de Justiça junto ao poder público e conscientizar a população sobre a importância da vacinação.Nesta edição, foram monitoradas 16 vacinas, destinadas a diferentes faixas etárias: menores de um ano (BCG, febre amarela, meningococo C, pentavalente, pneumocócica, poliomielite e rotavírus), menores de dois anos (hepatite A, tríplice viral e varicela), e adolescentes (meningocócica ACWY aos 11, 12, 13 e 14 anos, HPV feminino e HPV masculino).O levantamento é realizado periodicamente com apoio do Departamento de Planejamento e Gestão (Deplan) do Ministério Público de Mato Grosso. Segundo a SES-MT, a meta ideal de cobertura vacinal é superior a 95%.Meningite – Mais uma vez, as vacinas meningocócica ACWY aplicadas aos 11 e 14 anos apresentaram as piores coberturas, com índices abaixo de 50%. Essa vacina protege contra quatro sorogrupos (A, C, W e Y) da bactéria Neisseria meningitidis, causadora de meningite e infecções generalizadas graves. No Brasil, é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças a partir de 12 meses e adolescentes de 11 a 14 anos.Piores coberturas – Entre os municípios com as piores coberturas estão Cuiabá e General Carneiro, que aparecem 15 vezes no ranking. A capital deixou de figurar apenas no indicador de BCG para menores de 1 ano, enquanto General Carneiro não aparece apenas na vacinação meningocócica ACWY aos 11 anos.Em Cuiabá, os piores resultados estão relacionados à vacina meningocócica ACWY nas idades de 11, 13 e 14 anos, todas com cobertura inferior a 50%. Já General Carneiro apresenta índices abaixo desse patamar em dez imunizantes, figurando entre os três piores desempenhos nas vacinas de febre amarela, meningocócica C, pneumocócica, poliomielite, rotavírus, hepatite A, tríplice viral, varicela e HPV (feminino e masculino).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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