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Taxa de complicação de cirurgias eletivas no PS antigo está abaixo de 1%

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As cirurgias eletivas realizadas no Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC),  do programa MT Mais Cirurgias,  têm sido um grande sucesso. Até o momento, mais de 800 procedimentos foram realizados. A ação, que começou em agosto, tem como objetivo tirar mais de 11 mil pessoas de todo Estado que aguardam na fila para passar por algum tipo de procedimento cirúrgico. 

Conforme revelou o médico responsável pelas equipes de cirurgias, Douglas Dolce Domingues, outro indicador do sucesso das cirurgias é a taxa de complicação, que está abaixo de 1%. “Pelo fato destas cirurgias serem de baixa complexidade e a internação ser no máximo de 48h, quase todos os pacientes estão tendo alta sem nenhum tipo de complicação”, comentou.

Ele disse que das mais de 800 cirurgias realizadas, apenas seis tiveram algum tipo de complicação. “Entre as complicações, tivemos casos de infecções, seromas e sangramentos. Felizmente não tivemos casos muito sérios e logo conseguimos resolver os problemas”, afirmou o médico.

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O diretor superintendente do HPSMC, Dr. Guilherme Salomão, está muito satisfeito com o andamento das cirurgias, pois a ação está dando vazão à fila de espera. “Muitas pessoas aguardam há anos para passar por procedimentos cirúrgicos e este mutirão está ajudando a tirar esses pacientes da fila. Este era um desejo antigo do prefeito Emanuel Pinheiro e estamos empenhados para conseguirmos finalizar esta fila o quanto antes. Estamos trabalhando com muita seriedade e responsabilidade para que o tempo de espera dos pacientes pelas cirurgias eletivas seja o menor possível” concluiu o diretor.

Pessoas que aguardam algum procedimento cirúrgico desde 2015 podem entrar em contato presencialmente na Central de Regulação, na Av. Tenente Coronel Duarte (Prainha), esquina com Dom Bosco, em Cuiabá. Também podem entrar em contato pelo número fixo (065) 3614-5561 ou pelo WhatsApp nos números 3614-5548 e 3614-5558.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Secretário esclarece aplicação de 26% na Educação e explica diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal

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O secretário de economia da Prefeitura de Cuiabá, Marcelo Bussiki, esclareceu que cumpriu e superou o percentual mínimo constitucional de investimentos em Educação no exercício de 2025, alcançando aplicação de 26,1% da receita vinculada ao setor, índice acima dos 25% exigidos pela Constituição Federal. Só em 2026, já foram pagos R$ 36,5 milhões de restos à pagar.

Os dados já haviam sido apresentados oficialmente à Comissão de Educação da Câmara Municipal pelo secretário de Economia, Marcelo Bussiki, e pelo contador-geral do Município, Éder Galiciani, durante reunião realizada neste ano, quando foram detalhados os números da execução orçamentária da Educação.

A manifestação ocorre após declarações do ex-secretário municipal de Educação, Amauri Monge, que voltou a questionar os resultados apresentados pela atual gestão e sugeriu a existência de irregularidades relacionadas aos investimentos da pasta.

A Prefeitura esclarece que os valores citados pelo ex-secretário referem-se a restos a pagar, instrumento legal previsto na administração pública e regulamentado pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os restos a pagar correspondem a despesas que foram empenhadas e registradas dentro do exercício financeiro, mas cujo pagamento pode ocorrer no ano seguinte.

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A administração municipal destaca que essa situação é comum na gestão pública e não configura qualquer irregularidade. Todas as despesas da Educação foram devidamente registradas nos sistemas contábeis do município e constam dos demonstrativos oficiais encaminhados aos órgãos de controle.

A Prefeitura também esclarece a diferença entre restos a pagar e pedalada fiscal. Pedalada fiscal ocorre quando despesas ou obrigações financeiras deixam de ser registradas oficialmente na contabilidade pública, ocultando a real situação das contas do ente público. Já os restos a pagar são despesas reconhecidas, empenhadas e contabilizadas regularmente, permanecendo registradas até sua quitação.

Dessa forma, não houve qualquer ocultação de despesas na Educação. Os valores pendentes estavam devidamente lançados na contabilidade municipal, em conformidade com a legislação vigente.

A própria aplicação dos recursos da Educação foi defendida pelo então secretário Amauri Monge quando ainda comandava a pasta. Em prestação de contas realizada na Câmara Municipal, ele afirmou que o município havia investido 26,1% em Educação durante 2025, acima do percentual mínimo exigido pela Constituição Federal.

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Na ocasião, Monge declarou que os valores empenhados estavam corretamente registrados e que os restos a pagar encontravam-se dentro da legalidade, afastando qualquer irregularidade na execução orçamentária da pasta.

Além do cumprimento do índice constitucional, a Prefeitura ressalta que despesas importantes para o funcionamento da rede municipal, como parte da alimentação escolar, são custeadas com recursos próprios e não integram o cálculo do percentual mínimo exigido pela Constituição.

A administração municipal reforça que todos os dados permanecem à disposição dos órgãos de controle, da Câmara Municipal e da sociedade, reafirmando o compromisso com a transparência, a responsabilidade fiscal e a correta aplicação dos recursos destinados à Educação.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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