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Primeira-dama Márcia Pinheiro participa da assinatura do termo de cessão de servidores para o atendimento de crianças acolhidas nas Casas Lares

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Crianças e adolescentes acolhidos nas oito Casas Lares do Município de Cuiabá passarão a contar, a partir de agora, com o atendimento de pedagogos, nutricionistas e educadores físicos. Na tarde desta quarta-feira (24), com a presença da primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, foi assinado um termo de cessão de servidores entre a Secretaria Municipal de Educação e a 1ª Vara Especializada da Infância e Juventude da Capital. As Casas Lares são instituições de acolhimento para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, inseridos no Programa de Acolhimento Familiar ou Institucional.

Antes da assinatura do Termo de Cessão de servidores, a primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, conversou com auxiliares de serviços gerais (TMIE-ASG) aprovados no Processo Seletivo da Educação, que se encontravam no Auditório Maestro China para a entrega de documentos e atribuição. Nas boas-vindas, Márcia Pinheiro agradeceu aos profissionais que atuarão nas unidades da rede pública municipal neste ano letivo.

Durante a reunião, a primeira-dama falou sobre algumas das ações e parcerias firmadas entre o poder público municipal e outros órgãos, visando atender a população que mais precisa da administração. ‘Esta é mais uma parceria da Prefeitura de Cuiabá, que irá proporcionar profissionais de educação para o atendimento psicopedagógico de crianças e adolescentes acolhidos nas Casas Lares. Esse cuidado é uma marca da gestão humanizada do prefeito Emanuel Pinheiro, garantindo às crianças o direito à aprendizagem e ao desenvolvimento integral’, destacou a primeira-dama Márcia Pinheiro.

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A secretária Municipal de Educação, Edilene de Souza Machado, também destacou as parcerias firmadas ao longo da gestão de Emanuel Pinheiro, com órgãos do Judiciário. ‘Estamos entrando no oitavo e último ano da gestão, selando com chave de ouro esta parceria entre a Secretaria Municipal de Educação e a 1ª Vara Especializada da Criança e Juventude. Essas crianças já são atendidas nas Casas Lares pela Secretaria de Assistência Social, e agora os profissionais da Educação irão atuar no contraturno escolar, com apoio psicopedagógico. A gestão do prefeito Emanuel Pinheiro está deixando em Cuiabá marcas de humanização, de uma gestão que pensa com muito carinho, junto com a primeira-dama, Márcia Pinheiro, na população’, salientou Edilene Machado.

A titular da 1ª Vara Especializada da Infância e Juventude, Dra. Gleide Bispo dos Santos, enfatizou a importância da parceria para as crianças e jovens acolhidos nas Casas Lares. ‘Para nós, é um avanço para o Município de Cuiabá. Sem dúvida, vai fazer a diferença na vida dessas crianças que frequentam a sala de aula. O atendimento que será prestado por esses profissionais, auxiliando nas atividades escolares e em outras, nos permite vislumbrar um futuro melhor para eles’, disse.

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A juíza Gleide Bispo dos Santos destacou o apoio da primeira-dama, Márcia Pinheiro, às ações e parcerias que o Município vem implementando por meio de outras secretarias, voltadas às crianças em situação de risco. ‘Todas necessitam de um olhar diferenciado e humanizado’, finalizou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Assistência Social leva conscientização sobre trabalho infantil à Feira do Osmar Cabral

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Uma equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão realizou ação de conscientização sobre os prejuízos do trabalho infantil na Feira do bairro Osmar Cabral, em Cuiabá. A iniciativa integrou as atividades do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) e teve como foco orientar feirantes, consumidores e trabalhadores sobre os impactos da exploração do trabalho infantil e os canais disponíveis para denúncia, na noite de quinta feira (18).

Durante a mobilização, servidores distribuíram folders informativos, apresentaram banners educativos e conversaram com o público sobre os riscos que o trabalho precoce representa para o desenvolvimento de crianças e adolescentes. Entre os principais temas abordados estiveram a evasão escolar, os prejuízos físicos e emocionais, além da perpetuação de ciclos de vulnerabilidade social.

De acordo com a legislação brasileira, o trabalho é proibido para menores de 16 anos, exceto na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos, seguindo regras específicas de proteção. A ação destacou que o combate ao trabalho infantil não significa ser contra o trabalho, mas contra situações de exploração que comprometem direitos fundamentais, como educação, lazer, convivência familiar e desenvolvimento saudável.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, ressaltou a importância de ampliar o debate junto à população.

“O enfrentamento ao trabalho infantil passa pela informação e pela conscientização. Muitas vezes, práticas que parecem naturais acabam privando crianças de direitos essenciais, como estudar, brincar e se desenvolver plenamente. Nosso objetivo é fortalecer essa reflexão junto à comunidade e incentivar a proteção integral de crianças e adolescentes”, afirmou.

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A ação também abriu espaço para o diálogo com a população sobre um tema que costuma gerar diferentes opiniões. Entre os feirantes, houve consenso sobre a necessidade de combater situações de exploração, embora alguns tenham defendido a distinção entre o trabalho infantil e a participação eventual dos filhos nas atividades familiares.

O comerciante Mauro Neves Sobrinho, que atua há dez anos na feira, avaliou que é importante diferenciar a ajuda prestada pelos filhos aos pais de situações de exploração. Para ele, jornadas excessivas, esforços incompatíveis com a idade e atividades que afastam a criança da escola representam formas prejudiciais de trabalho infantil.

Entre os consumidores, muitos relataram desconhecimento sobre os canais de denúncia. A profissional de marketing Isabelle Aquino considerou importante a presença da equipe da assistência social na feira para ampliar o acesso à informação.

“Muitas pessoas acabam normalizando situações de trabalho infantil ou não sabem que elas precisam ser denunciadas. Essas ações ajudam a conscientizar e esclarecer a população”, afirmou.

O psicólogo Jonias Pereira Nunes da Mota destacou que a informação é uma das principais ferramentas de prevenção. Segundo ele, a presença dos órgãos públicos em espaços de grande circulação contribui para esclarecer dúvidas e aproximar a população das políticas de proteção à infância.

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Já o trabalhador Nilson Fonseca Ferreira avaliou que campanhas educativas ajudam a orientar a sociedade sobre onde buscar ajuda e como agir diante de casos de exploração infantil. Para ele, a infância deve ser dedicada ao estudo, às brincadeiras e ao desenvolvimento pessoal.

A organizadora da feira, Patrícia Albuquerque, observou que o cenário mudou ao longo dos anos. Segundo ela, situações de trabalho infantil eram mais comuns no passado, mas atualmente a prática tem se tornado menos frequente graças à conscientização da sociedade. Ainda assim, considera importante manter ações educativas e de orientação.

O material distribuído durante a mobilização reforçou que o trabalho infantil pode expor crianças e adolescentes à violência, acidentes, exploração sexual, abandono escolar e outras situações que comprometem seu futuro. O folder também destacou que atividades realizadas nas ruas, como vendas ambulantes, pedidos de esmola e apresentações em semáforos, estão entre as piores formas de trabalho infantil previstas pela legislação.

Ao levar a discussão para um dos espaços mais movimentados da comunidade, a ação buscou ampliar o conhecimento da população sobre o tema e fortalecer a rede de proteção à infância, incentivando a denúncia de situações de exploração e a garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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