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Blitz de Segurança Institucional reúne representantes de 20 Promotorias

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Na tarde de quarta-feira (05), a Sede das Promotorias de Justiça da Capital recebeu a primeira edição da Blitz de Segurança Institucional deste ano, ação que integra a programação do Mês da Segurança Institucional. A iniciativa faz parte das atividades desenvolvidas ao longo de agosto para fortalecer a cultura de prevenção, proteção e conscientização no ambiente de trabalho. O evento reuniu representantes de 20 Promotorias de Justiça da Capital, que participaram de orientações e capacitações voltadas à disseminação de informações e boas práticas de segurança. A programação abordou temas relacionados à segurança orgânica, apresentados pelo 1º sargento PM Eldo Martins dos Santos, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); procedimentos de evacuação de ambientes, ministrados pela 2ª sargento BM Cintia Penha Leite; e segurança da informação e tecnologia, conduzidos pelo assessor Gabriel Valderlan da Silva Almeida, responsável pela área tecnológica do Centro de Segurança e Inteligência (CSI).Durante a blitz, o delegado de Polícia Gianmarco Paccola Capoani destacou a importância da iniciativa promovida pelo Centro de Segurança e Inteligência (CSI) em parceria com o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Segundo ele, ações preventivas são fundamentais para ampliar a conscientização dos integrantes da instituição e fortalecer a adoção de medidas voltadas à proteção de pessoas e patrimônios.“A segurança institucional vai além da proteção patrimonial. Ela envolve, sobretudo, o cuidado com as pessoas, a prevenção de riscos e a construção de uma cultura de segurança que deve ser compartilhada por todos”, ressaltou o delegado.A Blitz de Segurança Institucional marca o início de uma série de atividades programadas para o mês de agosto, incluindo ações educativas, orientações e treinamentos destinados ao fortalecimento das práticas de segurança no âmbito do Ministério Público de Mato Grosso.Com a participação expressiva dos representantes das Promotorias de Justiça da Capital, a primeira edição da blitz reforçou o compromisso institucional com a prevenção, a gestão de riscos e a promoção de um ambiente cada vez mais seguro para membros, servidores, estagiários e colaboradores.A próxima edição da Blitz de Segurança Institucional está prevista para o dia 12 de agosto.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa

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O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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